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Home»Entretenimento»‘Um aluno fez um deepfake pornô meu, e minha vida virou de cabeça para baixo’
Entretenimento

‘Um aluno fez um deepfake pornô meu, e minha vida virou de cabeça para baixo’

março 5, 2025Nenhum comentário2 Visitas
Professoras sul-coreanas contam à BBC como alunos compartilharam imagens deepfake delas on-line. ‘Eu não conseguia mais olhar nos olhos deles e dar aula direito’, diz professora que foi vítima de deepfake
BBC
Lee Ga-eun chora com frequência em casa, sendo consolada pelo filho de oito anos.
Durante uma década, ela trabalhou feliz como professora na cidade sul-coreana de Busan.
➡️Mas, em março do ano passado, sua vida virou de cabeça para baixo quando um aluno mostrou a ela uma foto do seu rosto anexado a um corpo nu, uma imagem que havia sido criada com a tecnologia de deepfake.
A foto havia sido compartilhada em um canal do Telegram, onde cerca de 1,2 mil membros usavam hashtags como “humilhando professores”. Ga-eun (que não é seu nome verdadeiro) acredita que muitos de seus alunos viram a imagem.
“Sempre que eles olhavam para mim, eu não conseguia deixar de pensar se eles tinham visto aquela foto, e estavam olhando para mim para verificar. Eu não conseguia mais olhar nos olhos deles e dar aula direito”, ela conta.
Ga-eun está de licença médica do trabalho há sete meses.
“Eu queria ser professora desde que era pequena, e esse sonho nunca mudou”, diz ela.
“Mas agora, devido à depressão e à ansiedade, tenho que tomar cinco comprimidos por dia. Ainda me sinto impotente, e acho que vai levar algum tempo até eu conseguir voltar.”
Muitas vezes, espera-se que os professores continuem fazendo seu trabalho depois de serem vítimas de deepfake
BBC
Cerca de um ano antes, uma professora de inglês de uma escola de ensino médio na província de Gyeonggi, que vamos chamar de Park Sehee, também teve uma foto dela manipulada em um site chamado Dcinside.
A foto foi tirada originalmente de um aplicativo de mensagens que ela usava para se comunicar apenas com os alunos. Seu rosto, junto ao de um homem desconhecido, foi editado sobre os corpos de dois macacos realizando um ato sexual.
As palavras ao lado da foto diziam: “Park Sehee fazendo AQUILO com o filho”.
Ela diz que ficou tão chocada que mal conseguia respirar.
“Por um tempo, acordava no meio da noite, batendo no travesseiro com raiva. Não conseguia controlar minha raiva. Eu me sentia tão desamparada, e a ideia de que eles tinham envolvido meu filho era insuportável”, acrescenta.
“Eu estava com esses alunos desde o primeiro ano, e havíamos passado três anos juntos. Eu realmente me importava com eles, e eles gostavam muito de mim. Tínhamos um ótimo relacionamento. Eles eram conhecidos por serem alunos adoráveis, então foi um grande choque.”
Ela disse aos alunos que não denunciaria o caso à polícia se o autor confessasse, mas ninguém se manifestou. Ela acabou indo à polícia, mas eles disseram que não conseguiram encontrar nenhuma evidência, e encerraram o caso, sem sequer entrevistá-la, segundo ela. Por fim, ela desistiu de tentar descobrir quem era o responsável.
Recentemente, a Coreia do Sul testemunhou um aumento da pornografia deepfake nas escolas. Em setembro, a BBC noticiou que mais de 500 escolas e universidades haviam sido afetadas.
Em agosto de 2024, o Sindicato de Professores e Profissionais da Educação Coreanos (KTU) realizou uma pesquisa, perguntando se professores e alunos já haviam sido vítimas de imagens manipuladas ilegalmente — 2.492 casos foram relatados.
As vítimas incluíam alunos de escolas do ensino médio, fundamental e instituições de ensino especiais, e até mesmo do jardim de infância. No total, 517 indivíduos foram afetados, sendo 204 professores e 304 alunos — os demais eram funcionários da escola.
Embora muitas das vítimas nunca procurem a polícia, o número de casos denunciados está aumentando:
Na Coreia do Sul, de forma mais ampla, o número de denúncias policiais sobre crimes sexuais com deepfake subiu de 156, em 2021, para 1.202, em 2024.
Dados da polícia divulgados no fim do ano passado mostram que 548 das 682 pessoas presas eram adolescentes. Mais de 100 delas eram crianças, com idades entre 10 e 14 anos, que não podem ser julgadas e punidas como criminosas devido à idade.
Mas, apesar de as pessoas estarem mais conscientes da crise da pornografia deepfake, professores se sentiram desapontados com a polícia.
Uma professora de uma escola de ensino médio em Incheon, que vamos chamar de Jihee, viu uma postagem no X (antigo Twitter), mostrando closes de partes do seu corpo, com a hashtag “humilhação de professores”. Ela diz que ficou frustrada com a falta de atitude da polícia após denunciar as imagens, e decidiu resolver o problema por conta própria.
Ela percebeu que as fotos haviam sido tiradas em uma sala de aula específica e, a partir daí, analisou meticulosamente todos os ângulos das cadeiras da sala de aula para determinar quem havia tirado as fotos. Ela acabou identificando uma aluna do terceiro ano como suspeita.
“Apesar de ser a vítima, foi frustrante ter que ficar olhando esse tipo de foto para obter informações”, diz Jihee.
Após enviar um relatório de 10 páginas, a polícia abriu uma investigação, mas concluiu que não havia evidências suficientes.
No entanto, a aluna de quem Jihee suspeitava foi acusada em outro caso envolvendo um de seus colegas.
Muitas vezes, espera-se que os professores continuem fazendo seu trabalho depois de serem vítimas, mesmo que o aluno suspeito de ser o responsável ainda esteja em sua sala de aula. No caso dos alunos, é diferente — eles podem ser retirados imediatamente das aulas se denunciarem que foram vítimas de um deepfake.
Alguns professores, como Ga-eun, tiram licença médica. Mas se a licença exceder uma semana, eles precisam passar por uma revisão para que seja aprovada por um comitê da escola. Às vezes, as solicitações são rejeitadas, o que significa que a pessoa deve usar suas férias anuais.
A transferência de escolas é quase impossível fora do período regular de transferências em março.
“Não sei se é o deepfake que está me fazendo sofrer ou a batalha com as autoridades educacionais”, desabafa Ga-eun.
Kim Soon-mi, supervisora de escola na secretaria de Educação de Busan, afirmou: “Não há nenhuma lei ou manual que especifique como separar imediatamente os professores dos alunos que são agressores ou quanto tempo deve durar a separação”.
A única orientação disponível é que um aluno pode ser transferido para os fundos da sala de aula, se suas ações “afetarem negativamente os direitos de aprendizado dos outros”. Também pode ser solicitado aos pais fornecer ensino domiciliar, mas isso não pode ser aplicado se os pais se recusarem.
Ga-eun também acredita que muito mais ainda precisa ser feito para educar os estudantes sobre a gravidade da pornografia deepfake.
Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação em dezembro do ano passado, com mais de 2 mil alunos do ensino médio e fundamental, revelou uma falta de conscientização sobre os crimes relacionados ao deepfake. Quando perguntados sobre as causas dos crimes sexuais de deepfake, 54% dos alunos citaram “apenas por diversão” como principal motivo.
O assédio também pode assumir outras formas, diz Ga-eun, lembrando-se de um incidente ocorrido no ano passado, quando um aluno instalou uma câmera no banheiro feminino das professoras. Ela acrescenta que, na sala de aula, alguns alunos frequentemente fazem comentários sexuais e empurram deliberadamente seus colegas em direção às professoras na tentativa de fazer contato físico.
“Quando tento corrigir esse comportamento, eles dizem: ‘Eu só estava brincando’ ou ‘Foi só uma brincadeira’. Muitas crianças não se dão conta da gravidade da situação. Elas dizem: ‘Eu não sabia que isso era realmente um crime'”, ela explica.
Yu Ji-woo (nome fictício), uma jovem de 16 anos que diz que uma de suas colegas foi vítima de pornografia deepfake, está intrigada com o fato de não haver uma campanha de educação a nível nacional sobre o assunto.
“Esperávamos que houvesse educação nas escolas de todo o país, independentemente de ter ocorrido um incidente ou não, mas nada aconteceu”, diz ela.
Chung Il-sun, diretora do departamento de políticas de igualdade de gênero do Ministério da Educação, afirma que eles consideram os crimes sexuais de deepfake como “um assunto muito sério”.
“Enviamos notificações às escolas e aos comitês para garantir que não haja leniência ao lidar com os perpetradores, e que sejam tomadas medidas rigorosas.”
Ela disse que o “foco principal do ministério é garantir que eles entendam que não se trata de uma brincadeira, mas de um crime” por meio de educação, campanhas de conscientização e outros esforços.
“O governo, incluindo o Ministério da Educação, tem trabalhado arduamente para comunicar isso, e os alunos agora, em geral, entendem que o conteúdo deepfake é criminoso.”
Lee Yong-se, inspetor da Agência Nacional de Polícia da Coreia, disse que foram criadas equipes dedicadas à investigação de violência sexual cibernética nas forças policiais regionais. Os policiais também estão sendo treinados em investigações de crimes cibernéticos e com agentes infiltrados.
A polícia também disse que, como resultado da repressão, o número de casos denunciados caiu de uma média de 17 por dia durante uma semana selecionada em setembro, para dois casos por dia um mês depois.
Jihee deseja poder voltar à vida que tinha antes de ver seu deepfake.
“Se alguém me dissesse que eu podia pagar para voltar no tempo, à época anterior ao incidente, eu pagaria, não importa o preço. Gostaria que essa memória pudesse ser apagada, e que as coisas voltassem a ser como eram antes.”
Mas ela também se lembra dos alunos que a avisaram, e deixaram bilhetes de incentivo.
Ga-eun diz que está esperando o dia em que os alunos responsáveis vão vir até ela, e pedir perdão. Como professora, ela entende que é seu dever garantir que eles entendam a gravidade de suas ações.
“Quero ter certeza de que vocês entendam que isso nunca foi apenas uma brincadeira. Acredito que vocês devem ter sentido culpa depois disso. As brincadeiras que vocês fizeram por curiosidade… me causaram muita dor”, diz ela, com a voz trêmula.
“Mudou completamente a minha vida.”
Com reportagem adicional de Yujin Choi e Hyunjung Kim
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