Quem Vive Ali: Fantástico passa a noite no castelo mais mal-assombrado da França
Passar uma noite em um castelo medieval já seria uma experiência incomum. Fazer isso em um lugar apontado como o mais “mal-assombrado” da França torna a aventura ainda mais curiosa. Foi esse o desafio encarado pelos repórteres Murilo Salviano e Ross Salinas, que se hospedaram no Castelo de Fugiré, no oeste do país, para descobrir de onde vem a fama do local.
A experiência começou antes mesmo da chegada. No trajeto, ao ouvir qual era o destino, o taxista demonstrou desconforto e contou que preferia deixar os passageiros do lado de fora do castelo. Segundo ele, o imóvel é conhecido na região pelas histórias de aparições e fenômenos paranormais, e uma amiga teria vivido situações estranhas no local.
Castelo mais ‘mal-assombrado’ da França: conheça lugar que atrai investigadores paranormais e curiosos
Como é dormir em um castelo mal-assombrado? Repórter vive experiência
Reprodução/TV Globo
Cada repórter dormiu em um quarto cercado por histórias
Ao chegar ao castelo, os repórteres foram recebidos pelos proprietários, Véronique e François, que afirmam conviver com os chamados “Invisíveis”, nome dado por eles às supostas entidades que habitariam o imóvel.
Véronique escolheu pessoalmente os quartos onde a equipe passaria a noite. Murilo ficou no quarto que, segundo ela, pertenceu a Félix, um homem que morreu no castelo.
“Tem uma salinha, uma mesa, uma cama bem confortável. E aquele ali é o tal do Félix, que morreu aqui dentro”, comenta o repórter ao conhecer o cômodo.
Já o cinegrafista Ross Salinas dormiu no chamado “quarto do Cavaleiro”, apontado pelos donos como um dos preferidos dos investigadores paranormais para captar vozes e sussurros.
Castelo ‘mal-assombrado’ da França: repórter passa a noite no local
Reprodução/TV Globo
Entre corredores escuros e um pensamento inevitável
Antes de dormir, os jornalistas percorreram o castelo enquanto ouviam histórias sobre antigos moradores e supostas assombrações. Em determinado momento, Murilo resolveu pregar uma peça no colega.
“Eu vou tentar encontrar o Ross para dar um susto nele.”
A brincadeira serviu para aliviar o clima de tensão.
“Esse riso aí é só para dar uma quebrada na tensão, porque o clima aqui dentro é realmente diferente. Talvez pela decoração exótica. Talvez pela sensação de estar num labirinto gigante sem saber a saída.”
Castelo ‘mal-assombrado’ da França: repórter passa a noite no local
Reprodução/TV Globo
A madrugada da verdade
Depois de conhecer quartos marcados por histórias de mortes e uma capela escondida, chegou a hora de apagar as luzes.
Antes de dormir, Murilo ainda brinca com um dos únicos “perigos” encontrados durante a noite.
“Eu não sei se tem assombração ou não. O que está me deixando mais incomodado é essa aranha. Olha o tamanho da bichinha.”
Castelo ‘mal-assombrado’ da França: repórter passa a noite no local
Reprodução/TV Globo
Na hora da verdade, porém, nenhum fenômeno foi registrado.
“Durante a noite, não vimos nem ouvimos absolutamente nada.”
Quem Vive Ali: Fantástico passa a noite no castelo mais mal-assombrado da França
Reprodução/TV Globo
Mistério permanece
Apesar das dezenas de relatos, nem todos saem do castelo convencidos de que há algo sobrenatural. Durante a noite passada no local pelos repórteres, nenhum fenômeno foi registrado.
Para Véronique, porém, isso não diminui o significado da experiência. Ela afirma acreditar que existe uma realidade invisível aos olhos e diz que o castelo não deve ser tratado como uma atração de terror.
“Isso aqui não é um circo. É preciso ouvir com empatia e respeito”, afirma.
Se existem ou não fantasmas, uma coisa é certa: são essas histórias que mantêm vivo, até hoje, um castelo construído para sobreviver às guerras e que acabou encontrando um novo papel séculos depois.
Castelo ‘mal-assombrado’ da França: repórter passa a noite no local;
Reprodução/TV Globo
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ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.
Passar uma noite em um castelo medieval já seria uma experiência incomum. Fazer isso em um lugar apontado como o mais “mal-assombrado” da França torna a aventura ainda mais curiosa. Foi esse o desafio encarado pelos repórteres Murilo Salviano e Ross Salinas, que se hospedaram no Castelo de Fugiré, no oeste do país, para descobrir de onde vem a fama do local.
A experiência começou antes mesmo da chegada. No trajeto, ao ouvir qual era o destino, o taxista demonstrou desconforto e contou que preferia deixar os passageiros do lado de fora do castelo. Segundo ele, o imóvel é conhecido na região pelas histórias de aparições e fenômenos paranormais, e uma amiga teria vivido situações estranhas no local.
Castelo mais ‘mal-assombrado’ da França: conheça lugar que atrai investigadores paranormais e curiosos
Como é dormir em um castelo mal-assombrado? Repórter vive experiência
Reprodução/TV Globo
Cada repórter dormiu em um quarto cercado por histórias
Ao chegar ao castelo, os repórteres foram recebidos pelos proprietários, Véronique e François, que afirmam conviver com os chamados “Invisíveis”, nome dado por eles às supostas entidades que habitariam o imóvel.
Véronique escolheu pessoalmente os quartos onde a equipe passaria a noite. Murilo ficou no quarto que, segundo ela, pertenceu a Félix, um homem que morreu no castelo.
“Tem uma salinha, uma mesa, uma cama bem confortável. E aquele ali é o tal do Félix, que morreu aqui dentro”, comenta o repórter ao conhecer o cômodo.
Já o cinegrafista Ross Salinas dormiu no chamado “quarto do Cavaleiro”, apontado pelos donos como um dos preferidos dos investigadores paranormais para captar vozes e sussurros.
Castelo ‘mal-assombrado’ da França: repórter passa a noite no local
Reprodução/TV Globo
Entre corredores escuros e um pensamento inevitável
Antes de dormir, os jornalistas percorreram o castelo enquanto ouviam histórias sobre antigos moradores e supostas assombrações. Em determinado momento, Murilo resolveu pregar uma peça no colega.
“Eu vou tentar encontrar o Ross para dar um susto nele.”
A brincadeira serviu para aliviar o clima de tensão.
“Esse riso aí é só para dar uma quebrada na tensão, porque o clima aqui dentro é realmente diferente. Talvez pela decoração exótica. Talvez pela sensação de estar num labirinto gigante sem saber a saída.”
Castelo ‘mal-assombrado’ da França: repórter passa a noite no local
Reprodução/TV Globo
A madrugada da verdade
Depois de conhecer quartos marcados por histórias de mortes e uma capela escondida, chegou a hora de apagar as luzes.
Antes de dormir, Murilo ainda brinca com um dos únicos “perigos” encontrados durante a noite.
“Eu não sei se tem assombração ou não. O que está me deixando mais incomodado é essa aranha. Olha o tamanho da bichinha.”
Castelo ‘mal-assombrado’ da França: repórter passa a noite no local
Reprodução/TV Globo
Na hora da verdade, porém, nenhum fenômeno foi registrado.
“Durante a noite, não vimos nem ouvimos absolutamente nada.”
Quem Vive Ali: Fantástico passa a noite no castelo mais mal-assombrado da França
Reprodução/TV Globo
Mistério permanece
Apesar das dezenas de relatos, nem todos saem do castelo convencidos de que há algo sobrenatural. Durante a noite passada no local pelos repórteres, nenhum fenômeno foi registrado.
Para Véronique, porém, isso não diminui o significado da experiência. Ela afirma acreditar que existe uma realidade invisível aos olhos e diz que o castelo não deve ser tratado como uma atração de terror.
“Isso aqui não é um circo. É preciso ouvir com empatia e respeito”, afirma.
Se existem ou não fantasmas, uma coisa é certa: são essas histórias que mantêm vivo, até hoje, um castelo construído para sobreviver às guerras e que acabou encontrando um novo papel séculos depois.
Castelo ‘mal-assombrado’ da França: repórter passa a noite no local;
Reprodução/TV Globo
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