Close Menu
Sucesso FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Sucesso FM sábado, 14 março
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª edição – TO de sábado,14 de março de 2026

    março 14, 2026

    Patrão encontra funcionário morto a tiros após receber salário no Tocantins

    março 14, 2026

    Reforma administrativa em Palmas extingue agência de transporte e cria novas pastas; confira

    março 14, 2026

    Suspeito de matar filho de vereador de Luziânia (GO) é preso no Tocantins

    março 14, 2026

    Ela passava 16 horas no Instagram. Agora, um júri vai decidir se a Meta e o Google têm culpa nisso

    março 14, 2026

    ‘Por que vou te pagar se posso fazer com o ChatGPT?’: freelancers contam perrengues do mercado de trabalho com a IA

    março 14, 2026

    Meta planeja demissões em massa em meio ao aumento de custos com IA, diz agência

    março 14, 2026

    Conexões secretas na fronteira e redes privadas: como iranianos desesperados mantêm contato com familiares no exterior

    março 13, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª edição – TO de sábado,14 de março de 2026

    março 14, 2026

    Patrão encontra funcionário morto a tiros após receber salário no Tocantins

    março 14, 2026

    Reforma administrativa em Palmas extingue agência de transporte e cria novas pastas; confira

    março 14, 2026

    Suspeito de matar filho de vereador de Luziânia (GO) é preso no Tocantins

    março 14, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Sucesso FM
Home»Entretenimento»Os argumentos a favor e contra veto de redes sociais para menores de 16 anos na Austrália
Entretenimento

Os argumentos a favor e contra veto de redes sociais para menores de 16 anos na Austrália

novembro 30, 2024Nenhum comentário1 Visitas
Críticos da lei, uma das mais rígidas do mundo, dizem que ela viola a privacidade e o direito à conexão social. O Senado australiano aprovou na quinta-feira (28) uma proibição de redes sociais para crianças e adolescentes menores de 16 anos
Getty Images
A Austrália proibirá menores de 16 anos de usar redes sociais, após a aprovação no Parlamento de uma das leis de internet mais rigorosas do mundo.
A proibição, que só entrará em vigor em pelo menos 12 meses, prevê multas de até US$ 32,5 milhões (R$ 194 milhões) para empresas que não cumprirem a medida.
O primeiro-ministro Anthony Albanese afirmou que a legislação é necessária para proteger os jovens dos “danos” causados pelas redes sociais, uma preocupação que grupos de pais também expressaram
No entanto, críticos apontam que ainda há questões sem resposta sobre como o veto será implementado e quais impactos terá na privacidade e na conexão social.
Este não é o primeiro esforço global para restringir o uso de redes sociais por menores, mas o limite mínimo de 16 anos é o mais alto já estabelecido por qualquer país.
Diferentemente de outras tentativas, a lei australiana não prevê isenções para usuários existentes ou aqueles com autorização dos pais.
A proposta foi aprovada no Senado na noite de quinta-feira (28/11) por 34 votos a 19 e voltou para a Câmara dos Representantes, onde recebeu aprovação final na manhã de sexta-feira (29/11).
“Queremos que nossas crianças tenham uma infância e que os pais saibam que estamos ao lado deles”, declarou Albanese a jornalistas após a votação.
‘Estamos fazendo a coisa certa’: o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, defendeu a aprovação da lei
Getty Images
Proibição ‘fácil’ de burlar
A legislação não especifica quais plataformas serão proibidas. A decisão será tomada posteriormente pela ministra de Comunicações da Austrália, que receberá orientações do comissário de Segurança Online (eSafety), regulador de internet responsável por aplicar as novas regras.
No entanto, a ministra Michelle Rowland indicou que a proibição incluirá plataformas como Snapchat, TikTok, Facebook, Instagram e X. Plataformas de jogos e de mensagens ficarão isentas, assim como sites que não exigem criação de contas, como o YouTube.
O governo afirmou que usará tecnologias de verificação de idade para implementar as restrições e que realizará testes com diferentes opções nos próximos meses. A responsabilidade de adotar esses processos caberá às próprias plataformas.
Muitas das grandes plataformas de redes sociais terão a responsabilidade de proibir o acesso a menores de 16 anos.
Getty Images
Pesquisadores alertaram que não há garantias de que a tecnologia – ainda não especificada e que pode depender de biometria ou informações de identidade – funcionará de forma eficaz.
Críticos também pedem garantias de proteção à privacidade. Além disso, destacam que as restrições podem ser facilmente contornadas com ferramentas como VPNs, que mascaram a localização do usuário e fazem parecer que ele está acessando as plataformas de outro país.
Crianças e adolescentes que burlarem a lei não enfrentarão punições.
Pesquisas sobre as reformas, embora limitadas, sugerem que a maioria dos pais e responsáveis apoia as mudanças.
“Por muito tempo, os pais enfrentaram uma escolha impossível: ceder e entregar a seus filhos um dispositivo viciante ou vê-los isolados e marginalizados”, disse à BBC Amy Friedlander, uma das defensoras da proibição.
“Estamos presos em uma normalidade da qual ninguém quer fazer parte”, concluiu.
Argumentos contrários
Muitos especialistas apontam que a proibição é “um instrumento muito brusco” para lidar de forma eficaz com os riscos associados ao uso de redes sociais e alertaram que a medida pode empurrar os menores para os lugares menos regulados da internet.
Durante o curto período de consulta antes da aprovação do projeto de lei, empresas como Google e Snap criticaram a falta de detalhes na legislação.
A Meta afirmou que a lei seria “ineficaz” e não alcançaria o objetivo declarado de proteger melhor as crianças.
Em sua manifestação, o TikTok destacou que a definição do governo sobre o que constitui uma plataforma de rede social é tão “ampla e vaga” que “quase todo serviço online poderia ser incluído”.
A plataforma X questionou a legalidade do projeto, argumentando que ele pode não ser compatível com regulamentações internacionais e tratados de direitos humanos assinados pela Austrália.
Alguns ativistas jovens também acusaram o governo de não compreender completamente o papel das redes sociais em suas vidas e de excluí-los do debate.
“Entendemos que somos vulneráveis aos riscos e impactos negativos das redes sociais… mas precisamos estar envolvidos no desenvolvimento das soluções”, escreveu o Conselho Juvenil da eSafety, que assessora o órgão regulador.
O primeiro-ministro Albanese reconheceu que o debate é complexo, mas defendeu categoricamente o projeto de lei.
“Não estamos dizendo que sua implementação será perfeita, assim como a proibição do consumo de álcool por menores de 18 anos não impede que alguém nessa faixa etária tenha acesso. Mas sabemos que estamos fazendo o que é certo”, declarou Albanese nesta sexta-feira.
Os jovens ativistas acusaram o governo de não os incluir no debate sobre uma lei que os afeta diretamente.
Getty Images
Um exemplo a ser seguido?
Em 2023, a França introduziu uma legislação para bloquear o acesso às redes sociais de crianças menores de 15 anos que não tivessem autorização dos pais, embora estudos tenham indicado que quase metade dos usuários conseguiu burlar a proibição utilizando VPNs.
Uma lei semelhante à da Austrália, implementada no estado de Utah, nos Estados Unidos, foi anulada por um juiz federal que a considerou inconstitucional.
As leis australianas estão sendo observadas com grande interesse por líderes em todo o mundo.
Recentemente, a Noruega declarou que estaria seguindo os passos da Austrália, e, no mês passado, o secretário de Tecnologia do Reino Unido afirmou que uma proibição semelhante está “em pauta”, embora tenha acrescentado que “não por enquanto”.
LEIA TAMBÉM:
Crianças x redes sociais: como os países restringem acesso de menores de idade às plataformas
Menores desdenham da educação e dizem ganhar mais do que médico vendendo curso para ser influencer
TikTok bloqueia uso de filtros de beleza para menores de 18 anos
Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Ela passava 16 horas no Instagram. Agora, um júri vai decidir se a Meta e o Google têm culpa nisso

março 14, 20260 Visitas

‘Por que vou te pagar se posso fazer com o ChatGPT?’: freelancers contam perrengues do mercado de trabalho com a IA

março 14, 20260 Visitas

Meta planeja demissões em massa em meio ao aumento de custos com IA, diz agência

março 14, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Charlie Kirk: vídeos sem filtro do tiroteio viralizam nas redes sociais e expõem nova lógica da informação

setembro 11, 2025233 Visitas

‘IA do job’: brasileiros ganham dinheiro criando mulheres virtuais para conteúdo adulto

março 22, 202571 Visitas

Dono de empresa de turismo morre em Palmas

outubro 31, 202555 Visitas

Youtuber é condenado em R$ 70 mil por ridicularizar bebê, alega não receber intimação de porteiro e pede para juiz anular decisão

fevereiro 27, 202654 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.