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Home»Entretenimento»O país africano com praias espetaculares que quer atrair turistas após ser devastado pela guerra
Entretenimento

O país africano com praias espetaculares que quer atrair turistas após ser devastado pela guerra

fevereiro 4, 2025Nenhum comentário1 Visitas
Além do seu famoso litoral no oeste do país, esta nação que tem o tamanho da Escócia – ou a metade do Estado do Amapá – se orgulha da sua surpreendente diversidade de cenários. No sudeste do país, a floresta tropical de Gola e o Santuário da Vida Selvagem da Ilha Tiwai abrigam chimpanzés, raros macacos-de-diana, antílopes bongos e mais de 320 espécies de aves. Uma nova geração de serra-leonenses está ávida para mostrar aos visitantes que a guerra civil acabou
Getty Images
Sentado à sombra de uma palmeira na praia de Tokeh (um dos muitos cartões-postais de Serra Leoa, com suas areias brancas), Peter Momoh Bassie me conta sua história.
“Não tenho vergonha de dizer que fiz parte dos rebeldes porque fui capturado à força”, explica ele, olhando para a água verde-esmeralda. “Nunca matei ninguém.”
Histórias como a de Bassie são frequentes em Serra Leoa, uma pequena nação do oeste africano entre a Guiné e a Libéria, com mais de 300 km de litoral.
A guerra civil do país durou 11 anos e terminou em 2002. Ela matou mais de 50 mil pessoas e deslocou outros 2,6 milhões.
Bassie foi capturado pelos rebeldes quando tinha apenas 11 anos de idade e mantido em cativeiro por seis anos. Ele conseguiu escapar três vezes – e foi recapturado em todas elas.
Atualmente, Bassie trabalha como guia turístico para a Tourism is Life, uma das muitas companhias de viagem do país. São empresas criadas para mostrar ao mundo que Serra Leoa, agora, é uma nação segura e apresentar aos visitantes suas florestas tropicais, praias e ricas experiências culturais.
A guerra pode ter acabado mais de duas décadas atrás, mas seu legado – aliado a um surto do vírus Ebola, em 2014 – fez com que Serra Leoa permanecesse um destino turístico esquecido, que atrai apenas uma pequena parcela dos visitantes que se aventuram pelos países vizinhos, como Gana e o Senegal.
Mesmo com suas praias de fama mundial, Serra Leoa atrai relativamente poucos turistas
Yulia Denisyuk
No auge do turismo antes da guerra, nos anos 1980, os visitantes se encantavam com as praias de Serra Leoa, como Bureh, outro paraíso de areias brancas ao sul da sua eletrizante capital, Freetown.
Mas, além do seu famoso litoral no oeste do país, esta nação que tem o tamanho da Escócia – ou a metade do Estado do Amapá – se orgulha da sua surpreendente diversidade de cenários.
No sudeste do país, a floresta tropical de Gola e o Santuário da Vida Selvagem da Ilha Tiwai abrigam chimpanzés, raros macacos-de-diana, antílopes bongos e mais de 320 espécies de aves.
Já o Parque Nacional Outamba-Kilimi, no norte, é uma savana arbórea e santuário de hipopótamos, elefantes e macacos-colobos. E os planaltos do leste levam até o monte Bintumani, um dos picos mais altos do oeste africano.
Chamado de “indústria esquecida” por alguns moradores locais, o turismo está novamente se tornando prioridade para Serra Leoa.
Está em andamento um projeto de desenvolvimento do Banco Mundial, que irá durar vários anos. O objetivo é treinar profissionais do turismo, construir infraestrutura e desenvolver locais de ecoturismo em regiões como o sudeste do país, onde vive o evasivo e ameaçado hipopótamo-pigmeu.
Agora, uma nova geração de serra-leonenses deseja levar aos visitantes estrangeiros uma ideia diferente do que é o seu país.
Bafa é um resort ecológico localizado nas ilhas Banana
Yulia Denisyuk
Novo começo
“Quando era criança, eu pulava na praia de Tokeh e na ilha Maroun, bebia água de coco, pegava lagostas e cozinhava para o almoço”, conta Wissam Stanger Sfeile, treinador de mergulho livre que concorreu por Serra Leoa em campeonatos mundiais da modalidade.
Em 2016, ele se tornou um dos fundadores do resort ecológico Bafa, no extremo norte das ilhas Banana, um arquipélago formado por três ilhas exuberantes ao sul de Freetown.
Em Bafa, redes balançam com a brisa e tendas de acampamento glamourosas se espalham por toda a costa, com lagostas frescas chiando sobre a grelha.
Ao lado da sua esposa Emily, Sfeile quis recriar sua experiência quando criança. O resort ecológico aluga terras da comunidade pesqueira próxima de Dublin. Sfeile compra os peixes e outros produtos de Dublin e emprega jovens da própria comunidade.
“Eu quis que outras pessoas vivenciassem a nossa natureza, em um espaço onde os hóspedes pudessem apreciar a beleza das árvores, flores e praias”, ele conta.
Além dos seus atrativos naturais, as ilhas do país foram o palco de um dos eventos mais trágicos da história humana. No auge do comércio transatlântico de pessoas escravizadas, nos séculos 17 e 18, elas foram um dos principais pontos de partida do oeste africano em direção ao Novo Mundo.
Segundo a iniciativa digital Slave Voyages, cerca de 400 mil pessoas foram embarcadas pelos portos comerciais britânicos em Serra Leoa, entre 1501 e 1866.
A ilha Bunce foi o local mais ativo da região. Ela fica a meio caminho entre o Senegal e a Libéria, na região conhecida na época como Costa do Arroz.
Dali, comerciantes britânicos vendiam as pessoas escravizadas com conhecimento específico – a técnica de cultivo do arroz – para donos de plantações nas regiões americanas da Carolina do Sul e da Geórgia.
Estima-se que 30 mil pessoas tenham atravessado a “porta de não retorno” naquela ilha calma com um forte agora em ruínas, exiladas pelos escravizadores coloniais, para o cultivo de arroz nas colônias das Índias Ocidentais e da América do Norte.
As ilhas Banana serviram, no passado, de subestação para Bunce. Este histórico é visível até hoje.
A comunidade de Dublin traça suas origens aos descendentes de africanos emancipados, que começaram a voltar para Serra Leoa após a abolição da escravatura pelo Reino Unido, em 1807.
Canhões enferrujados e um túmulo em massa perto do resort de Bafa preservam a memória daqueles que tentaram resistir ao seu destino.
Freetown fica de frente ao mar, na península de Serra Leoa
Yulia Denisyuk
Capital criativa
A capital e maior cidade do país, Freetown, também tem suas origens na resistência das pessoas.
Localizada aos pés das verdejantes montanhas da Península, a superlotada cidade portuária foi fundada no final do século 18 por ex-escravizados da Inglaterra, América do Norte, das Antilhas e de outras partes do mundo.
Seus descendentes ficaram conhecidos como os Krios, um grupo étnico cujo idioma (o krio) ainda é a língua de contato em Serra Leoa hoje em dia.
Em um terraço aconchegante com luzes penduradas por cordas ao sul de Freetown, a chef Susan Senesie, criada em Londres, serve as refeições que ela comia quando criança, como sopa de pimenta-bode superpicante ou torta de tamarindo.
Seu restaurante Treat Food fica em Funkia, onde há um grande mercado de peixe. Ela cria versões dos pratos locais para a alta-cozinha.
“Quando eu visitava [minha família em] Serra Leoa nas férias, era difícil jantar fora porque não havia um restaurante local autêntico por aqui”, ela conta. “Era desalentador.”
No início, as pessoas questionavam sua decisão de colocar folhas de mandioca nos canapés, já que elas são tradicionalmente servidas com uma montanha de arroz. Mas o conceito decolou.
Hoje, Senesie oferece aulas de cozinha. Seu restaurante treina e contrata pessoas com deficiências causadas pela guerra.
A artista Hawa Bangura é outra cidadã repatriada que voltou com a esperança de ajudar na recuperação do país. Seus quadros mostram histórias de mulheres africanas e abordam temas como identidade, patrimônio e recuperação cultural.
“O ritmo mais lento de Serra Leoa me deu tempo para conhecer as ideias e narrativas da história africana, que nunca foram ensinadas nas escolas que frequentei no Ocidente”, explica ela.
Peter Momoh Bassie é um dos muitos serra-leonenses que acreditam no turismo para o desenvolvimento do país
Yulia Denisyuk
Bangura trabalhou como advogada em Nova York, nos Estados Unidos, até voltar para Serra Leoa em 2007. Em Freetown, ela fundou o coletivo de artistas The Barray, que promove a arte visual contemporânea do país.
“A guerra civil devastou o setor criativo”, conta Bangura. “Mas somos pessoas resilientes. Nossa comunidade criativa, incluindo arte, música, moda, cinema e teatro, está começando a esquentar.”
O entusiasmo era evidente no salão habitual de Mary-Ann Kaikai no oeste de Freetown, onde 12 mulheres se reuniram em uma noite, sob as mangueiras do local. Kaikai é a força criativa responsável pela marca de moda serra-leonense Madam Wokie, presente em Nova York, Joanesburgo (África do Sul) e em outras cidades internacionais.
Ela compartilha o mesmo sentimento de Bangura. Para ela, apesar de todo o sofrimento vivido pelo povo de Serra Leoa (como perder membros na guerra ou contrair Ebola), as pessoas não são amargas.
“Temos este espírito combativo, que nos faz dizer Tel God Tenki [‘digo obrigado a Deus’, em idioma krio] e seguir adiante”, declarou ela.
Kaikai desenha roupas e acessórios vibrantes para sua comunidade e para o exterior. Atores como Eva Mendes e Idris Elba – cidadão honorário de Serra Leoa – são alguns dos clientes da marca.
Em parceria com o Banco Mundial e o Ministério do Turismo do país, Kaikai recentemente treinou mulheres locais para se tornarem artesãs e empreendedoras do turismo no futuro. Ela oferece conhecimentos como a técnica tradicional de tingimento de tecidos gara tie-dye, baseada em plantas.
A designer é otimista sobre o futuro. Para ela, “apesar de tudo, sempre há esta sensação de esperança”.
Legado de resistência
As impressionantes montanhas Wara Wara dominam o cenário na cidade de Kabala, no remoto distrito de Koinadugu. Enquanto caminhamos até o topo de um morro próximo, passamos por crianças locais vendendo castanhas-de-caju na estrada.
Peter Momoh Bassie conta que a histórica resistência à escravidão floresceu naquele local, graças às muitas cavernas e formações rochosas que serviam de esconderijo para as pessoas.
Existem poucos registros escritos, mas um deles indica a fortaleza rochosa natural de Old Yagala, a pouca distância da cidade. Conta-se que, ali, centenas de pessoas uniram forças para resistir à escravidão.
Depois da proibição do comércio de pessoas escravizadas, o Império Britânico transformou Serra Leoa em uma colônia da coroa. E, pouco tempo depois, um morador local chamado Bai Bureh liderou outra rebelião contra as forças britânicas.
Contar histórias como estas é a base do trabalho de Bimbola Carrol. Depois de observar a cobertura basicamente negativa do seu país, ele fundou a VSL Travel, 20 anos atrás.
“Percebi que, se quiséssemos nos levantar novamente, precisávamos mostrar às pessoas outro lado de Serra Leoa”, ele conta.
Hoje, Carrol promove viagens para a pequena aldeia de Rogbonko, na Província do Norte. Nela, os visitantes podem se hospedar em cabanas com teto de palha junto à comunidade local.
Carrol também oferece visitas à Península Ocidental, perto de Freetown, para observar o picatartes-da-guiné, uma das aves mais raras e peculiares da África.
“Todos os que visitam Serra Leoa se apaixonam pelo nosso país”, conta Carrol.
“Estamos ficando para trás em relação a outros países, mas o mundo está começando a perceber. Para mim, isso é motivo de otimismo sobre o futuro.” E, de fato, existem sinais de mudanças.
Em 2023, foi inaugurado um novo aeroporto alimentado a energia solar, perto de Freetown. Um novo programa de vistos na chegada, criado em 2019, facilitou o planejamento das viagens pelos turistas. E a nova companhia aérea do país, Air Sierra Leone, anunciou planos de lançamento de voos diretos entre Freetown e o aeroporto de Gatwick, em Londres, em futuro próximo.
De volta a Freetown, Bassie sonha em abrir sua própria escola de turismo algum dia. Sua esperança é trazer mais visitantes para Serra Leoa nos próximos anos.
“O turismo reúne a todos”, conclui ele.
*Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Travel.
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