Close Menu
Sucesso FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Sucesso FM sábado, 22 agosto
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Beneficiários que vendem e alugam casas populares de forma irregular podem perder imóveis em Palmas

    agosto 22, 2026

    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de sexta-feira, 21 de agosto de 2026

    agosto 21, 2026

    Quem manda aqui? Grupo de cães se espalha em frente a posto no TO e viraliza pela calma

    agosto 21, 2026

    Juliano, da dupla com Henrique, surpreende fãs ao visitar bar com helicóptero

    agosto 21, 2026

    Como será o supercomputador brasileiro de IA com investimento de R$ 1 bilhão

    agosto 22, 2026

    Cerveja, DeepSeek e robôs: conheça o bar que virou ponto de encontro da turma da IA na China

    agosto 22, 2026

    ANPD inicia monitoramento de redes sociais e ferramentas de IA para avaliar proteção de crianças e mulheres

    agosto 21, 2026

    TikTok pagará US$ 400 milhões nos EUA para encerrar processo sobre suposta violação de privacidade de crianças

    agosto 21, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Beneficiários que vendem e alugam casas populares de forma irregular podem perder imóveis em Palmas

    agosto 22, 2026

    Como será o supercomputador brasileiro de IA com investimento de R$ 1 bilhão

    agosto 22, 2026

    Cerveja, DeepSeek e robôs: conheça o bar que virou ponto de encontro da turma da IA na China

    agosto 22, 2026

    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de sexta-feira, 21 de agosto de 2026

    agosto 21, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Sucesso FM
Home»Tocantins»Menino que ficou sujo por mais de uma hora em escola tem paralisia cerebral causada por crise de convulsões quando bebê, diz mãe
Tocantins

Menino que ficou sujo por mais de uma hora em escola tem paralisia cerebral causada por crise de convulsões quando bebê, diz mãe

maio 30, 2025Nenhum comentário1 Visitas
O menino de 10 anos teve sequelas que comprometeram a locomoção, a fala e o aprendizado. Apesar da situação na escola, mãe diz que menino gosta de estar com os colegas. Menino de dez anos não consegue ter educação integral, diz mãe
Andressa Martins Souza/Arquivo da família
O menino de 10 anos com deficiência, que foi deixado sujo por mais de uma hora na escola, era um bebê de 1 ano e quatro meses quando começou a ter convulsões que deixaram sequelas. Segundo a mãe, Andressa Martins Souza, de 28 anos, os problemas comprometeram a locomoção, a fala e o aprendizado.
Clique aqui e siga o perfil do g1 Tocantins no Instagram.
Estudante da rede municipal de Palmas, além do episódio em que ficou sujo após ter uma dor de barriga, ele já passou por outras situações de constrangimento. Segundo a mãe, sem poder escrever, ele também deixou de ser incluído pela escola em um projeto para ganhar presente do ‘Papai Noel’.
Uma decisão judicial condenou a Prefeitura de Palmas a pagar uma multa de R$ 5 mil por danos morais, por causa do episódio ocorrido na escola, e obrigou o município a adaptar a ETI Santa Bárbara, na região sul da capital, para atender pessoas com deficiência.
A Secretaria Municipal de Educação (Semed) disse que o aluno está recebendo suporte de uma profissional de Apoio Escolar e a pasta está avançando com o projeto de construção de uma bancada para troca de fraldas na unidade. Também afirmou que o menino frequenta as aulas em período integral, após acordo com a responsável, que antes optava por meio período devido à necessidade de adaptação e fisioterapia (veja nota na íntegra no fim da reportagem).
A mãe de Vitor afirmou que o menino passou a ter problemas para andar e falar após seguidas convulsões, ainda bebê.
“Ele começou a convulsionar quando ele teve uma otite bilateral (infecção nos ouvidos). Essa otite evoluiu para encefalite, e ele ficou com essas sequelas. Ele foi regredindo enquanto teve convulsões. Depois que as convulsões foram controladas, quando já estava bem mais velho, é que a gente fechou o diagnóstico dele”, disse.
O diagnóstico saiu quando o menino tinha seis anos. Segundo a mãe, hoje ele tem paralisia cerebral e epilepsia. Ciente das dificuldades do filho, a mãe sempre está atenta às melhores condições de aprendizado e de tratamento por parte dos cuidadores desde que ele estava na creche.
Ela contou que antes de ser matriculado na escola, passou por uma creche e por outra escola, ambas da rede municipal. Na creche, a cuidadora dava a atenção que precisava. Os problemas começaram quando precisou matricular o menino na Escola Municipal Thiago Barbosa.
“Lá ele ficou um ano inteiro sem ir para a escola e sem cuidador. A gente não gostou muito das atitudes da escola em relação a não ir atrás, não ter cuidador para ele. Enfim, ele acabou não indo nem um dia do ano, só passou mesmo de série sem frequentar”, comentou.
Quando foi matriculado na ETI Santa Bárbara, ele ficava só duas horas na escola porque ainda não tinha uma cadeira de rodas, que deveria ser fornecida pelo poder público.
“Não tinha como trabalhar com ele lá sem cadeira, não tinha como levar também pela dificuldade de locomoção. Com dificuldade de conseguir essa cadeira, a gente teve que ir à Justiça. Aí ele ia duas vezes na semana ou uma vez na semana”, explicou Andressa.
A família só conseguiu o equipamento por meio de uma vaquinha. A mãe enfrentou outros problemas dentro da unidade escolar, que permaneceram mesmo após o episódio em que Vitor foi deixado sujo após ter uma dor de barriga na escola, no dia 27 de setembro de 2024.
“A dificuldade na escola é essa, quando não é o cuidador que demora a chegar, é alguma intercorrência, e eles sempre ligando. Tem uma parte também que é essa do período, mesmo ele estando matriculado na escola de tempo integral, ele só fica meio período mesmo com a autorização do médico para ele participar das aulas, porque não querem recebê-lo o período inteiro”, lamentou Andressa.
Andressa busca os direitos do filho
Andressa Martins Souza/Arquivo da família
LEIA TAMBÉM
Criança com deficiência fica suja por mais de uma hora em escola, e prefeitura é condenada por danos morais
Prefeitura abre credenciamento de restaurantes para fornecer por dia 1,5 mil refeições a preços populares
Vereadores autorizam empréstimo de R$ 300 milhões para obras de infraestrutura em Palmas
Constrangimento após encontrar filho sujo
A situação na escola impactou mais a mãe, pela situação que a criança foi encontrada e por ter que levá-lo sujo para casa, pois a escola não tinha banheiro adaptado para fazer a troca das roupas dele. O medo de Andressa era que Vitor pegasse alguma infecção ou desenvolvesse assaduras.
Ela conta que tinha alertado a equipe escolar e a cuidadora, que era responsável pelo menino na época, sobre as demandas dele. Revoltada, ela chegou a postar nas redes sociais a situação, além de procurar a Justiça.
“Postei na rede social por conta de ver que aquilo não ia mudar. Eu já tinha reclamado algumas outras vezes, por exemplo, da falta de, como ele é não verbal, de dar água para ele para não pegar infecção urinária. Tanto que ele ficava assim sem beber água na época na escola, porque não ofertavam para ele. De dar alimentação, de dar as coisas corretamente para ele”, ressaltou.
Além do constrangimento, a mãe afirmou que em nenhum momento a escola se retratou.
“Eles ficaram extremamente defensivos, me culpabilizaram por algumas coisas, porque na época eu postei, aí eles me culparam porque eu não fui atrás da diretora, fui postar. Isso me traumatizou de várias formas, eu não tinha mais confiança de mandá-lo para ficar com essa cuidadora. Não tive mais tranquilidade porque ficava o tempo todo pensando que iam ser as mesmas atitudes. Eles só vieram mudar de atitude quando o caso realmente repercutiu nas redes sociais”, destacou.
📱 Participe do canal do g1 TO no WhatsApp e receba as notícias no celular.
Boa relação com os colegas
Apesar de enfrentar desafios no ambiente escolar, Andressa garantiu que o menino gosta muito de estar com os colegas da escola e ele não deixou de querer ir para a escola após a situação que passou. Os colegas até o presenteiam com brinquedos para ajudar no desenvolvimento dele.
“Inclusive eles [os colegas] me mandaram um presente com a cartinha e sempre tem esses contatos entre eles, eles conversam, falam com ele, eles ajudam. Eles ficam em cima dele da cadeira dele ajudando. Então, assim, é uma relação muito boa. Ele se sente feliz, gosta de estar na escola. Ele gosta de funcionários da escola, só que nesse episódio, ele ficou muito irritado”, relembrou a mãe, ressaltando que houve a troca da cuidadora.
Sobre o desenvolvimento cognitivo do filho, Andressa contou que ele consegue fazer várias atividades mais simples, ministradas na sala de recursos da unidade.
“Mas tem uma coisa que realmente ele ainda não consegue. E ele, para gente, ainda é incógnito. Porque a gente achava que ele não ia fazer metade das coisas que ele faz, mas tem coisas que era para ele estar fazendo, e infelizmente não consegue. Então é uma coisa assim que nem os médicos sabem, né? Qual tipo de danos essa condição trouxe”, explicou.
Para o futuro do aprendizado, Andressa espera que os direitos dentro da escola sejam respeitados e que o filho tenha a atenção que precisa. “Nesse dia foi um fato de uma diarreia, mas às vezes pode ser uma ocorrência diferente de algo relacionado a ele passar mal, algo do tipo”.
Ela também espera que o filho seja mais incluído, assim como as crianças típicas, nas atividades desenvolvidas pela escola. Ela lembra que ele já ficou de fora de ações e ações importantes para as crianças, como receber um presente do ‘Papai Noel’ no fim de 2024.
“Na sala de recursos, para ter mais brincadeiras voltadas para ele e incluir nessas coisas. Já chegou caso na escola dele não ser incluído na cartinha do Papai Noel e todo mundo da escola ganhou presente da carta dos Correios, não mandaram para eu fazer uma cartinha para ele, e ele ficou sem. Espero que a inclusão seja efetiva”, completou.
Íntegra da nota da prefeitura
A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informa que o aluno está recebendo suporte contínuo de uma profissional de Apoio Escolar. Em caráter de urgência, a Semed está avançando com o projeto de construção de uma bancada para troca de fraldas, visando proporcionar mais conforto e dignidade aos alunos.
A escola citada oferece dois banheiros adaptados e uma Sala de Recurso para atendimento especializado, além de cuidador e materiais pedagógicos específicos. Há um planejamento pedagógico, focado nas necessidades individuais dos alunos, e disponível para consulta de quem desejar conhecê-melhor.
A Semed informa ainda que em 2023 e em 2024 o aluno foi atendido por dois profissionais.
Vale ressaltar que a Educação se compromete a seguir as orientações legais para garantir a higiene e o bem-estar dos alunos, respeitando sempre a privacidade e dignidade de cada estudante. Atualmente, ele frequenta as aulas em período integral, após acordo com sua responsável, que antes optava por meio período devido à necessidade de adaptação e fisioterapia.
A Semed realiza reuniões com a família do aluno e representantes de apoio, reafirmando o compromisso com a transparência e a inclusão.
A Pasta está dedicada a promover uma educação inclusiva, garantindo um ambiente acolhedor e de qualidade para todas as crianças na Rede Municipal de Educação.
OUTRO CASO: Falta de acompanhante afeta estudantes com deficiência em escolas municipais de Palmas
Falta de acompanhante afeta estudantes com deficiência em escolas municipais de Palmas
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
j
Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Beneficiários que vendem e alugam casas populares de forma irregular podem perder imóveis em Palmas

agosto 22, 20260 Visitas

VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de sexta-feira, 21 de agosto de 2026

agosto 21, 20260 Visitas

Quem manda aqui? Grupo de cães se espalha em frente a posto no TO e viraliza pela calma

agosto 21, 20262 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Charlie Kirk: vídeos sem filtro do tiroteio viralizam nas redes sociais e expõem nova lógica da informação

setembro 11, 2025255 Visitas

‘IA do job’: brasileiros ganham dinheiro criando mulheres virtuais para conteúdo adulto

março 22, 2025104 Visitas

Dono de empresa de turismo morre em Palmas

outubro 31, 202564 Visitas

Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

setembro 16, 202458 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

imunify-bot-check