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Home»Tocantins»Mãe e filha investigadas por jogos de azar são suspeitas de usar igrejas para movimentar dinheiro, aponta decisão
Tocantins

Mãe e filha investigadas por jogos de azar são suspeitas de usar igrejas para movimentar dinheiro, aponta decisão

maio 14, 2026Nenhum comentário0 Visitas
Operação policial combate exploração de jogos ilegais de azar
As investigações da Operação Tigre de Areia revelaram como um grupo suspeito de explorar jogos de azar ilegais supostamente lavava dinheiro para ocultar patrimônio em Palmas. Segundo a Polícia Civil, a influenciadora Lara Luiza Cabral e a mãe dela usavam contas de parentes e até igrejas para circular dinheiro, por meio de transferências fracionadas.
Segundo a decisão, em apenas um ano, o grupo movimentou mais de R$ 20 milhões. Durante a operação, a polícia apreendeu três veículos e bloqueou três casas e sete lotes. A Justiça também suspendeu os perfis nas redes sociais usados para promover apostas e sorteios ilegais.
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A equipe de Lara Luiza Cabral foi procurada para comentar as investigações, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. O g1 não conseguiu contato com a mãe da investigada.
O delegado-chefe da 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª Deic), Wanderson Chaves de Queiroz, explicou ao g1 que usar instituições religiosas é uma tática comum em crimes financeiros.
“O dinheiro do crime entra como doação de oferta ou de dízimos e sai um dinheiro limpo como da entidade religiosa. Um pastor, por exemplo, com esse dinheiro poderia comprar imóveis para a igreja, carros, fazer investimentos e outros negócios para beneficiar a pessoa que inicialmente injetou o dinheiro ilícito”, detalhou o delegado.
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Divulgação/SSP
Imunidade tributária e o crime
A polícia ainda apura se as transferências para as igrejas eram dízimos reais ou parte do esquema. “Há transferência de valores para uma igreja […] Nós vamos aprofundar as investigações para saber se a instituição beneficiou pessoas do grupo de alguma forma”, ressaltou Queiroz.
O contador Thiago Schüler explica que as igrejas atraem o crime organizado por causa da imunidade tributária. Como elas não precisam identificar quem doou o dízimo ou ofertas em dinheiro, fica mais fácil esconder a origem dos valores. “A origem não é identificável e nem se paga imposto sobre as doações. É onde o crime tenta entrar para não ser percebido”, afirma.
Schüler ressalta que receber o dinheiro não é crime por si só. A lavagem de dinheiro só acontece se o recurso voltar para o criminoso. “A lavagem tem que ir e voltar. A igreja teria que aplicar o recurso em algo do interesse do doador, como a compra de um imóvel ou investimentos para beneficiar o grupo”, detalha.
O foco da polícia deve ser a saída do dinheiro da igreja. Enquanto a doação pode ser disfarçada, o uso desse capital exige documentos. “A ida é difícil de pegar, mas a vinda não. Quando a igreja aplica o recurso, ela tem que documentar e é aí que a polícia fecha o cerco”, conclui.
Incompatibilidade de renda
A investigação da Polícia Civil (PC) começou após notar que o luxo ostentado pelas suspeitas não combinava com o que elas declaravam ganhar. A influenciadora dizia receber menos de R$ 4 mil por mês. Já a mãe, que declarou ser faxineira com renda de R$ 3 mil, movimentou sozinha R$ 9 milhões no período.
A polícia sabia que o grupo era organizado para explorar apostas online e loterias ilegais. Segundo a investigação, além das igrejas, os investigados usavam empresas de fachada e contas de “laranjas” (terceiros) para espalhar o dinheiro.
A Justiça autorizou a quebra do sigilo de dados das duas mulheres. Com isso, os investigadores poderão acessar informações em celulares, computadores e na nuvem. Mãe e filha respondem por jogos de azar, loterias ilegais, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Operação é realizada em Palmas nesta quinta-feira
Ascom/SSP
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