Suspeito de matar ex-mulher é morto em confronto com a PM em Palmas
Morgana Vieira Monteiro, de 45 anos, foi assassinada em casa, na quadra 1.503 Sul. O suspeito é o ex-marido Lelito Tavares Barbosa, que morreu horas depois em uma região de mata, em confronto com a Polícia Militar. Conforme apurado pela TV Anhanguera, testemunhas que tentaram ajudar a vítima disseram que ela chegou a se trancar no banheiro para evitar as agressões.
O crime aconteceu na noite desta segunda-feira (27). Morgana era enfermeira assistencialista na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Porto Nacional e deixa duas filhas. O velório da enfermeira será realizado na Feira Municipal Moacir Sotero, em Tocantínia.
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Na manhã desta terça-feira (28), em entrevista por telefone à TV Anhanguera, o tenente-coronel da PM, Gustavo Bolentini, informou que o ex-marido invadiu a casa da vítima e os vizinhos acionaram a polícia.
“A informação inicial que nós temos é que ele saltou o muro da casa dela. Tinha com ela algumas pessoas e ela foi surpreendida de forma muito rápida. Quem acionou a Polícia Militar foram os vizinhos, que perceberam a movimentação. A polícia chegou rapidamente, inclusive nem deu tempo dele fugir da própria quadra”.
Lelito Tavares Barbosa foi morto em confronto com a Polícia Militar, em Palmas (TO)
Reprodução/Instagram de Lelito Barbosa
Após o crime, suspeito fugiu portando uma pistola. Policiais militares cercaram a região e iniciaram as buscas com apoio do Batalhão de Polícia de Choque, Grupo de Operações com Cães (GOC) e Batalhão de Operações Especiais. Lelito foi localizado após cerca de 4 horas de buscas em uma mata na 1.503 Sul.
“O cão do GOC conseguiu farejar o local de entrada e levou as equipes até onde ele estava escondido. O cão chegou primeiro, ele [o suspeito] efetuou alguns disparos inicialmente contra o cão e depois contra as equipes. As equipes revidaram e ele foi atingido. Foi chamado o socorro, mas ele acabou falecendo no local”, explicou o tenente-coronel da PM.
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Tocantins registra aumento de 52,8% no número de feminicídios, aponta Anuário da Segurança Pública
Suspeito de matar ex-mulher é morto em confronto com a polícia em Palmas
Morgana Monteiro, de 45 anos
Reprodução/Instagram de Morgana Monteiro
Conforme o Anuário Brasileiro de Segurança Pública deste ano, 20 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025. Os dados apontam um aumento de 52,8% de casos, se comparado ao ano anterior, quando houve 13 vítimas. Já entre janeiro de 2026 a 13 de julho de 2026, o Tocantins registrou cinco feminicídios, segundo os dados do Núcleo de Coleta e Análise Estatística da SSP.
O tenente-coronel Gustavo Bolentini afirmou que a violência contra a mulher acontece de forma escalonada, iniciando com agressões e ameaças. Segundo o PM, é necessário que as vítimas procurem ajuda e denunciem os crimes.
“A nossa indicação é fazer a denúncia. Há uma escalada da violência contra a mulher. Essa violência não acontece de imediato com a agressão física, com o feminicídio. Começa com xingamento, quebrando coisas dentro de casa, com ameaças, e isso vai escalonando. Então a gente orienta as mulheres que são vítimas desse tipo de situação a buscarem a separação, a denúncia da agressão”.
Feminicídio é registrado em Palmas nesta segunda-feira (27)
Saiba como denunciar
A Lei Maria da Penha tem como objetivo combater a violência doméstica e familiar contra a mulher. A lei estabelece medidas para proteger as vítimas, como a criação de juizados especiais de violência doméstica, a concessão de medidas protetivas de urgência e a garantia de assistência às vítimas. Saiba como denunciar casos de violência contra mulher:
Pelo número 180, que é gratuito.
Pelo site da Ouvidora Nacional dos Direitos Humanos, do Governo Federal clique aqui;
Pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil;
Pelo 190 da Polícia Militar em caso de emergência;
Registre a ocorrência em uma delegacia de polícia, de preferência nas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam);
Entre em contato com os Centros de Referência da Mulher do estado para suporte psicológico, orientação jurídica e acolhimento.
Após o crime, o suspeito fugiu para uma área de mata na quadra 1503 Sul
Reprodução/Redes sociais
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Morgana Vieira Monteiro, de 45 anos, foi assassinada em casa, na quadra 1.503 Sul. O suspeito é o ex-marido Lelito Tavares Barbosa, que morreu horas depois em uma região de mata, em confronto com a Polícia Militar. Conforme apurado pela TV Anhanguera, testemunhas que tentaram ajudar a vítima disseram que ela chegou a se trancar no banheiro para evitar as agressões.
O crime aconteceu na noite desta segunda-feira (27). Morgana era enfermeira assistencialista na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Porto Nacional e deixa duas filhas. O velório da enfermeira será realizado na Feira Municipal Moacir Sotero, em Tocantínia.
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Na manhã desta terça-feira (28), em entrevista por telefone à TV Anhanguera, o tenente-coronel da PM, Gustavo Bolentini, informou que o ex-marido invadiu a casa da vítima e os vizinhos acionaram a polícia.
“A informação inicial que nós temos é que ele saltou o muro da casa dela. Tinha com ela algumas pessoas e ela foi surpreendida de forma muito rápida. Quem acionou a Polícia Militar foram os vizinhos, que perceberam a movimentação. A polícia chegou rapidamente, inclusive nem deu tempo dele fugir da própria quadra”.
Lelito Tavares Barbosa foi morto em confronto com a Polícia Militar, em Palmas (TO)
Reprodução/Instagram de Lelito Barbosa
Após o crime, suspeito fugiu portando uma pistola. Policiais militares cercaram a região e iniciaram as buscas com apoio do Batalhão de Polícia de Choque, Grupo de Operações com Cães (GOC) e Batalhão de Operações Especiais. Lelito foi localizado após cerca de 4 horas de buscas em uma mata na 1.503 Sul.
“O cão do GOC conseguiu farejar o local de entrada e levou as equipes até onde ele estava escondido. O cão chegou primeiro, ele [o suspeito] efetuou alguns disparos inicialmente contra o cão e depois contra as equipes. As equipes revidaram e ele foi atingido. Foi chamado o socorro, mas ele acabou falecendo no local”, explicou o tenente-coronel da PM.
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Morgana Monteiro, de 45 anos
Reprodução/Instagram de Morgana Monteiro
Conforme o Anuário Brasileiro de Segurança Pública deste ano, 20 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025. Os dados apontam um aumento de 52,8% de casos, se comparado ao ano anterior, quando houve 13 vítimas. Já entre janeiro de 2026 a 13 de julho de 2026, o Tocantins registrou cinco feminicídios, segundo os dados do Núcleo de Coleta e Análise Estatística da SSP.
O tenente-coronel Gustavo Bolentini afirmou que a violência contra a mulher acontece de forma escalonada, iniciando com agressões e ameaças. Segundo o PM, é necessário que as vítimas procurem ajuda e denunciem os crimes.
“A nossa indicação é fazer a denúncia. Há uma escalada da violência contra a mulher. Essa violência não acontece de imediato com a agressão física, com o feminicídio. Começa com xingamento, quebrando coisas dentro de casa, com ameaças, e isso vai escalonando. Então a gente orienta as mulheres que são vítimas desse tipo de situação a buscarem a separação, a denúncia da agressão”.
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Saiba como denunciar
A Lei Maria da Penha tem como objetivo combater a violência doméstica e familiar contra a mulher. A lei estabelece medidas para proteger as vítimas, como a criação de juizados especiais de violência doméstica, a concessão de medidas protetivas de urgência e a garantia de assistência às vítimas. Saiba como denunciar casos de violência contra mulher:
Pelo número 180, que é gratuito.
Pelo site da Ouvidora Nacional dos Direitos Humanos, do Governo Federal clique aqui;
Pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil;
Pelo 190 da Polícia Militar em caso de emergência;
Registre a ocorrência em uma delegacia de polícia, de preferência nas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam);
Entre em contato com os Centros de Referência da Mulher do estado para suporte psicológico, orientação jurídica e acolhimento.
Após o crime, o suspeito fugiu para uma área de mata na quadra 1503 Sul
Reprodução/Redes sociais
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