Close Menu
Sucesso FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Sucesso FM terça-feira, 28 abril
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Linhas são recolhidas pela polícia no local onde jovem morreu após ser atingido no pescoço

    abril 28, 2026

    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de terça-feira, 28 de abril de 2026

    abril 28, 2026

    Moradores de Palmas cobram avanço após criação de subprefeituras

    abril 28, 2026

    Mecânico que ficou 20 dias perdido na mata diz que tentou ligar para a família: ‘Celular estava desligado’

    abril 28, 2026

    EUA ordenam suspensão de envio de máquinas à 2ª maior fabricante de chips da China, diz agência

    abril 28, 2026

    Musk e OpenAI, dona do ChatGPT, vão ao tribunal no segundo dia de julgamento

    abril 28, 2026

    Austrália prevê taxa a Google, Meta e TikTok se não fecharem acordo por uso de notícias de jornais do país

    abril 28, 2026

    Por que o Spotify não tem um botão para filtrar música feita por IA

    abril 28, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Linhas são recolhidas pela polícia no local onde jovem morreu após ser atingido no pescoço

    abril 28, 2026

    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de terça-feira, 28 de abril de 2026

    abril 28, 2026

    Moradores de Palmas cobram avanço após criação de subprefeituras

    abril 28, 2026

    EUA ordenam suspensão de envio de máquinas à 2ª maior fabricante de chips da China, diz agência

    abril 28, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Sucesso FM
Home»Entretenimento»As previsões sobre inteligência artificial de 70 anos atrás que são realidade hoje
Entretenimento

As previsões sobre inteligência artificial de 70 anos atrás que são realidade hoje

janeiro 31, 2026Nenhum comentário2 Visitas
Joseph Weizenbaum, criador do primeiro chatbot, Eliza, de 1966.
Getty Images via BBC
Recorrer a um chatbot (como o ChatGPT, Gemini ou Claude) em busca de terapia, ou até mesmo de um novo amigo, pode soar como uma história controversa dos nossos tempos, coisa do século 21.
Mas não é uma questão exatamente inédita.
Desde os anos 1950, a trajetória da inteligência artificial tem sido marcada pelos mesmos dilemas: medo de que máquinas substituam humanos, a tendência de humanizar a tecnologia, o apego emocional que muitas pessoas desenvolvem por ela e as promessas ambiciosas que raramente se cumprem — mas que continuam a atrair investimentos e atenção.
O cenário do século passado e de agora são diferentes, no entanto, em um aspecto principal: o tanto de dinheiro e recursos que se está investindo nessas tecnologias nos dias atuais.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Existe uma diferença de que hoje estamos em um contexto do capital financeiro e dos investimentos que essas empresas atraem, o espaço que elas conseguem junto a governos”, disse à BBC News Brasil Bernardo Gonçalves, pesquisador de inteligência artificial, filósofo e tecnologista do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).
“Mas as questões, eu diria que são as mesmas”, completa.
Em entrevista à reportagem, Gonçalves fez um resgate dos debates históricos em torno da inteligência artificial, de momentos em que cientistas projetaram o futuro e os problemas da IA — muitos debates que ainda permanecem vivos.
Confira alguns deles a seguir.
O apego emocional às máquinas
A tendência de tratar máquinas como pessoas
Máquinas para ajudar os humanos ou substituí-los?
‘São tecnologias que deslocam poder’
O ciclo de promessas e frustrações com a IA
Para Bernardo Gonçalves, pesquisador de inteligência artificial, questões sobre a IA permanecem as mesmas há mais de 50 anos.
Arquivo pessoal via BBC
O apego emocional às máquinas
O professor do MIT e cientista Joseph Weizenbaum criou um programa, ainda na década de 60, que é hoje considerado o primeiro chatbot a se tornar conhecido no mundo.
Batizado de Eliza, o programa rodava em um computador IBM 7094, uma máquina de grande porte, que à época custava milhões de dólares, e era capaz de simular conversas.
O programa seguia um conjunto de regras pré-definidas para analisar o que era digitado e responder de forma automática.
No fundo, a máquina não entendia o que estava sendo dito, mas imitava uma conversa.
Em um dos testes, Weizenbaum programou Eliza para agir como uma terapeuta. O chatbot reformulava o que o “paciente” dizia, transformando frases em perguntas, o que criava a ilusão de diálogo.
PACIENTE: Meu namorado me fez vir aqui.
ELIZA: Seu namorado te fez vir aqui.
PACIENTE: Ele diz que estou deprimida a maior parte do tempo.
ELIZA: Lamento que você esteja deprimida.
Naquela época, como relatou Weizenbaum em um capítulo de livro, alguns pesquisadores começaram a prever que, no futuro, máquinas poderiam oferecer terapia de verdade, até mesmo em hospitais.
O próprio criador da tecnologia se espantou com essa possibilidade. “Sem dúvida há técnicas para facilitar a projeção do terapeuta na vida do paciente. Mas que fosse possível a um psiquiatra defender que esse componente crucial do processo terapêutico pudesse ser substituído, isso eu não tinha imaginado”, escreveu.
O interesse por Eliza era tanto que, certa vez, sua secretária pediu que ele saísse da sala para poder ter uma conversa particular com o programa.
“Por mais inteligentes que as máquinas possam vir a ser, há certos atos de pensamento que devem ser tentados apenas por seres humanos”, disse ele no livro Computer Power and Human Reason, em 1976.
Clique aqui para voltar ao início.
A tendência de tratar máquinas como pessoas
Turing questionava se máquinas podem pensar e antecipou críticas da época, publicadas em jornais ingleses.
Getty Images via BBC
No artigo considerado pioneiro na discussão sobre inteligência artificial, Computing Machinery and Intelligence (1950), o cientista britânico Alan Turing propôs a pergunta que ecoa até hoje: as máquinas podem pensar?
Antecipando objeções que já circulavam na imprensa britânica, Turing reuniu no artigo algumas das críticas mais comuns.
Havia as teológicas, segundo as quais “pensar é uma função da alma imortal do homem”, e as filosóficas, que argumentavam que “somente quando uma máquina for capaz de escrever um soneto ou compor um concerto a partir de pensamentos e emoções sentidos — e não pela simples combinação de símbolos — poderemos concordar que ela é igual ao cérebro humano”.
Talvez tenha sido essa última objeção, sobre a consciência e a criação genuína, a que mais inquietou seus contemporâneos.
O pesquisador Bernardo Gonçalves lembra que esses críticos diziam que os termos usados por Turing, que faziam alusões ao cérebro ou ao pensamento humano, eram inadequados.
“O Turing já tinha sido exposto como uma pessoa que estimulava o uso de certos termos que outros eram contra, como cérebro eletrônico ou se referir à capacidade de armazenamento de uma máquina como memória.”
Anos depois da publicação do artigo de Turing, uma conferência na Dartmouth College, em 1956, ficaria conhecida como o momento de nascimento do termo “inteligência artificial”.
E o conceito tentou evitar justamente essa definição que mistura máquinas e mentes humanas.
“Eles definiram o campo como: máquinas que se comportam de tal forma que, se fosse um humano, seria dito que são inteligentes”, lembra Gonçalves.
“Essa tradição de antropomorfizar continua até hoje, impulsionada por histórias de Hollywood que combinam a ideia de IA com antigas representações de criações humanas, que de repente ganham vida”, afirma a jornalista Karen Hao em seu livro Império da AI (Empire of AI), que conta a história e os bastidores da criação e evolução da OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT.
“Desenvolvedores de IA falam com frequência sobre como seus softwares aprendem, leem ou criam, como os humanos. Isso não só alimentou a percepção de que as tecnologias atuais de IA são muito mais capazes do que realmente são, como também se tornou uma ferramenta retórica para que empresas evitem responsabilidade legal”, argumenta, citando exemplos de artistas e escritores que processaram essas empresas por não terem dado consentimento de uso de suas obras para treinar os modelos de linguagem.
Gonçalves avalia que a crítica de Karen Hao é muito semelhante à feita nos anos 50.
Ele lembra de um debate entre Turing e o matemático Douglas Hartree na década de 40, que já foi tema de um de seus artigos.
Em outubro de 1945, poucos meses após o fim da 2ª Guerra Mundial, Alan Turing foi contratado pelo Laboratório Nacional de Física britânico (National Physical Laboratory, ou NPL) para liderar o projeto de construção de uma máquina de computação.
A iniciativa buscava consolidar a posição do Reino Unido na corrida tecnológica que emergia do pós-guerra.
O projeto recebeu o nome de Automatic Computing Engine (ACE) e se tornaria um dos primeiros computadores eletrônicos programáveis da história.
Era um momento em que governos e cientistas começavam a vislumbrar usos civis e militares para essas novas máquinas capazes de armazenar instruções em memória, avanço decisivo em relação aos computadores criados durante o conflito.
“Depois da guerra se constroem os computadores capazes de armazenar um programa em memória”, lembra Gonçalves. “Havia interesse em financiar esses projetos no contexto militar”.
Clique aqui para voltar ao início.
Máquinas para ajudar os humanos ou substituí-los?
Tradição de antropomorfizar IA continua até hoje, diz a jornalista Karen Hao, autora do livro Empire of AI.
BBC
Na proposta apresentada ao NPL, Turing incluía algumas das suas primeiras reflexões sobre o futuro da computação.
Entre elas, a ideia de que máquinas poderiam aprender tarefas complexas, como jogar xadrez.
Já Douglas Hartree era considerado um dos principais especialistas em computação do Reino Unido e se tornaria membro do comitê executivo do próprio Laboratório Nacional de Física (NPL).
Enquanto Turing olhava para o futuro filosófico das máquinas, tentando compreender se elas poderiam, um dia, pensar, Hartree mantinha a cabeça na aplicação prática daquelas invenções.
Em 1946, ele publicou um artigo na revista Nature advertindo para o uso exagerado de metáforas humanas ao descrever computadores.
“Parece-me que a distinção é importante e que o termo cérebro eletrônico a obscurece e é enganoso, pois atribui à máquina capacidades que ela não possui; e é por isso que espero que o uso desse termo seja evitado no futuro”, escreveu.
Hartree temia que expressões como essa criassem a ilusão de que as máquinas pudessem replicar a mente humana, confusão que desviaria a atenção do verdadeiro propósito da computação: o de ampliar a capacidade de cálculo e auxiliar o raciocínio humano, não substituí-lo.
Turing chegou a prever que seria tão fácil fazer uma pergunta a uma máquina quanto a uma pessoa no futuro. Hartree, por outro lado, via nesse entusiasmo um risco moral e político: acreditava que desprezar a razão humana e superestimar a das máquinas poderia abrir caminho para formas de autoritarismo, como aquelas que a Europa acabara de testemunhar.
Turing, vale lembrar, ajudou os Aliados e teve papel-chave na guerra, ao quebrar o código secreto nazista, que permitiu ler as mensagens navais alemãs cifradas com a máquina Enigma.
Clique aqui para voltar ao início.
Uma máquina de criptografia Enigma modelo I é vista em Bletchley Park, perto de Milton Keynes, ao norte de Londres, em 26 de outubro de 2023
Getty Images via BBC
‘São tecnologias que deslocam poder’
Para o pesquisador Bernardo Gonçalves, as disputas em torno da inteligência artificial têm a ver com o poder e quem irá exercê-lo.
“Por que temos controvérsia? Essa analogia com o humano, no fundo, é uma expansão do espaço da máquina na sociedade, que vai impactar no espaço do humano. Por exemplo, no que é um posto de trabalho”, diz.
A própria história da computação, destaca Gonçalves, mostra como essas transformações sempre tiveram efeitos sociais concretos. Nos anos 1940 e 1950, o termo “computador” ainda designava pessoas, em especial mulheres, que realizavam cálculos complexos.
“Temos aí uma informação histórica que funciona como uma cápsula do tempo. A própria profissão de computador foi extinta pela construção dessas máquinas”, explica.
Com o avanço da automação, essas tecnologias passaram a concentrar poder e alterar estruturas de trabalho. “Estamos falando de coisas que têm uma repercussão social muito forte e clara”, afirma.
“São tecnologias de automação que deslocam poder, fazem impacto na vida das pessoas, na economia.”
Clique aqui para voltar ao início.
O ciclo de promessas e frustrações com a IA
O CEO da OpenAI, Sam Altman, testemunha perante a Comissão do Senado para o Comércio, Ciência e Transportes no Senado americano.
Getty Images via BBC
Nos anos 1970, o Reino Unido viveu um “inverno da IA”, após o matemático James Lighthill publicar um relatório afirmando que o campo “vivia de especulações sem fundamento”.
“Faz-se todo um glamour, mas não se alcançam esses resultados. Promete-se ir muito longe”, afirma Gonçalves.
“Alguns pesquisadores começaram a dizer: a gente precisa parar de prometer tudo isso, porque depois isso queima a área.”
Hoje, segundo ele, o ciclo se repete, agora impulsionado por empresas de tecnologia com alcance global e orçamentos bilionários.
“A polarização é tão forte que parece que ou esses sistemas vão logo se transformar em superinteligências e tomar o poder, ou são burros, estúpidos, meros papagaios estocásticos. Mas, na verdade, a área segue se desenvolvendo.”
Mesmo com o ceticismo de parte da comunidade científica, Gonçalves destaca que o poder econômico e político dessas corporações sustenta o ritmo das inovações.
“Desde 2022, quando surge o ChatGPT, esses sistemas vêm melhorando. E aí não estou falando do que se promete, mas do que de fato se observa.”
“É um tipo de pesquisa que, se bem-sucedida, tem impacto muito grande. Você poder automatizar mais e mais atividades intelectuais, de escritório, que foram as mais preservadas da automação das primeiras revoluções industriais, que eram mais mecânicas”, diz.
Clique aqui para voltar ao início.
Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

EUA ordenam suspensão de envio de máquinas à 2ª maior fabricante de chips da China, diz agência

abril 28, 20260 Visitas

Musk e OpenAI, dona do ChatGPT, vão ao tribunal no segundo dia de julgamento

abril 28, 20260 Visitas

Austrália prevê taxa a Google, Meta e TikTok se não fecharem acordo por uso de notícias de jornais do país

abril 28, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Charlie Kirk: vídeos sem filtro do tiroteio viralizam nas redes sociais e expõem nova lógica da informação

setembro 11, 2025237 Visitas

‘IA do job’: brasileiros ganham dinheiro criando mulheres virtuais para conteúdo adulto

março 22, 202577 Visitas

Dono de empresa de turismo morre em Palmas

outubro 31, 202559 Visitas

Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

setembro 16, 202458 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.