Émilly de Sá Lima estuda medicina veterinária na universidade que a mãe trabalha
Arquivo Pessoal
Émilly de Sá Lima, de 18 anos, foi aprovada no curso de medicina veterinária e divide os corredores da Universidade Federal do Norte do Tocantins com a sua mãe, Deuzirene Marreiro, de 37 anos. As duas moram em Araguaína, região norte do estado, e enquanto a mãe trabalha na área de serviços gerais do campus da cidade, a filha frequenta as aulas do curso que tanto desejou.
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A universitária explicou ao g1 que a rotina de estudos se intercala entre idas ao Centro de Ciências Integradas (CCI) e ao Centro de Ciências Agrárias (CCA). A mãe trabalha na unidade do CCI.
“Eu acho muito diferente. Acho muito bom saber que se eu estiver um pouco perdida no começo, ela vai estar lá pra me ajudar e orientar, me sinto mais segura. Às vezes, eu não consigo encontrar minha mãe no campus, mas sempre que eu encontro ela, é uma sensação única, é muito especial”, diz.
Émilly conta que, enquanto aguardava o resultado sair, ficou um pouco ansiosa e desanimada imaginando que poderia não passar no curso e precisaria estudar por mais um ano.
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“Um dia antes de sair o resultado, minha mãe falou para mim continuar pensando positivo, que iria dar certo. O resultado da convocatória saiu. No começo, não acreditei, mas depois caiu a ficha e eu fiquei muito feliz”, relata a jovem.
Émilly construiu uma rotina de estudos e conciliou o Ensino Médio (EM) com a preparação para o vestibular. Sempre com o apoio da mãe, ela encerrou o terceiro ano do EM em 2025, e segue na nova fase como universitária.
“Ela fala que é o sonho dela, o que mais queria. Eu tenho muito orgulho, sempre busquei e deixei na escola. Eu falei que ia colocar ela lá [na UFNT]. De duas a três vezes na semana, a gente se encontra na universidade. Eu fico feliz, o pessoal fica perguntando se é minha filha, que somos parecidas”, diz Deuzirene Marreiro.
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Émilly de Sá Lima, de 18 anos, foi aprovada no curso de medicina veterinária e divide os corredores da Universidade Federal do Norte do Tocantins com a sua mãe, Deuzirene Marreiro, de 37 anos. As duas moram em Araguaína, região norte do estado, e enquanto a mãe trabalha na área de serviços gerais do campus da cidade, a filha frequenta as aulas do curso que tanto desejou.
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“Eu acho muito diferente. Acho muito bom saber que se eu estiver um pouco perdida no começo, ela vai estar lá pra me ajudar e orientar, me sinto mais segura. Às vezes, eu não consigo encontrar minha mãe no campus, mas sempre que eu encontro ela, é uma sensação única, é muito especial”, diz.
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Émilly construiu uma rotina de estudos e conciliou o Ensino Médio (EM) com a preparação para o vestibular. Sempre com o apoio da mãe, ela encerrou o terceiro ano do EM em 2025, e segue na nova fase como universitária.
“Ela fala que é o sonho dela, o que mais queria. Eu tenho muito orgulho, sempre busquei e deixei na escola. Eu falei que ia colocar ela lá [na UFNT]. De duas a três vezes na semana, a gente se encontra na universidade. Eu fico feliz, o pessoal fica perguntando se é minha filha, que somos parecidas”, diz Deuzirene Marreiro.
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