Grok: ferramenta gratuita da rede social X é usada para criar imagens íntimas falsas
Escritórios do X na França são alvos de busca na manhã desta terça-feira (3), segundo procuradores franceses. As buscas são parte de uma investigação preliminar sobre uma série de supostos crimes, incluindo a disseminação de pornografia infantil e deepfakes.
Autoridades pediram que Elon Musk preste esclarecimentos no âmbito da investigação sobre sua plataforma de mídia social X, informou o Ministério Público de Paris.
“Intimações para depoimentos voluntários em 20 de abril de 2026, em Paris, foram enviadas ao sr. Elon Musk e à sra. Linda Yaccarino, na condição de gestores de fato e de direito da plataforma X à época dos acontecimentos”, afirmou o órgão. Yaccarino deixou o cargo de CEO do X em julho do ano passado, após dois anos à frente da empresa.
LEIA TAMBÉM: Grok, IA de Elon Musk, criou 3 milhões de imagens sexualizadas de mulheres e menores, aponta investigação
Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026
AP Photo/Markus Schreiber
A investigação foi aberta em janeiro do ano passado pela unidade de combate a crimes cibernéticos do Ministério Público, segundo o comunicado. O inquérito apura suposta “cumplicidade” na manutenção e disseminação de imagens pornográficas de menores, deepfakes sexualmente explícitos, negação de crimes contra a humanidade e manipulação de um sistema automatizado de processamento de dados no âmbito de um grupo organizado, além de outras infrações.
Além disso, os promotores solicitaram “depoimentos voluntários” de Elon Musk e de Linda Yaccarino, CEO do X de 2023 a 2025, agendados para 20 de abril. Funcionários da plataforma X também foram intimados para prestar depoimento como testemunhas na mesma semana de abril, informou o comunicado.
Um porta-voz do X não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
LEIA MAIS:
‘Sentimento horrível. Me sinto suja’, diz brasileira vítima de foto editada de biquíni pelo Grok, IA de Musk
Foi vítima da “trend do biquini” no X? Veja o que fazer
Em uma mensagem publicada no X, o Ministério Público de Paris confirmou as diligências em andamento e informou que estava deixando a plataforma, ao mesmo tempo em que convidou seguidores a acompanharem o órgão em outras redes sociais.
“Nesta etapa, a condução da investigação baseia-se em uma abordagem construtiva, com o objetivo final de garantir que a plataforma X cumpra a legislação francesa, já que opera em território nacional”, disseram os promotores em nota.
A investigação foi aberta inicialmente após denúncias de um parlamentar francês, que alegou que algoritmos enviesados no X poderiam ter distorcido o funcionamento de um sistema automatizado de processamento de dados.
Posteriormente, o inquérito foi ampliado após novas denúncias de que o chatbot de inteligência artificial do X, Grok, teria negado o Holocausto e disseminado deepfakes sexualmente explícitos, segundo o comunicado.
Escritórios do X na França são alvos de busca na manhã desta terça-feira (3), segundo procuradores franceses. As buscas são parte de uma investigação preliminar sobre uma série de supostos crimes, incluindo a disseminação de pornografia infantil e deepfakes.
Autoridades pediram que Elon Musk preste esclarecimentos no âmbito da investigação sobre sua plataforma de mídia social X, informou o Ministério Público de Paris.
“Intimações para depoimentos voluntários em 20 de abril de 2026, em Paris, foram enviadas ao sr. Elon Musk e à sra. Linda Yaccarino, na condição de gestores de fato e de direito da plataforma X à época dos acontecimentos”, afirmou o órgão. Yaccarino deixou o cargo de CEO do X em julho do ano passado, após dois anos à frente da empresa.
LEIA TAMBÉM: Grok, IA de Elon Musk, criou 3 milhões de imagens sexualizadas de mulheres e menores, aponta investigação
Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026
AP Photo/Markus Schreiber
A investigação foi aberta em janeiro do ano passado pela unidade de combate a crimes cibernéticos do Ministério Público, segundo o comunicado. O inquérito apura suposta “cumplicidade” na manutenção e disseminação de imagens pornográficas de menores, deepfakes sexualmente explícitos, negação de crimes contra a humanidade e manipulação de um sistema automatizado de processamento de dados no âmbito de um grupo organizado, além de outras infrações.
Além disso, os promotores solicitaram “depoimentos voluntários” de Elon Musk e de Linda Yaccarino, CEO do X de 2023 a 2025, agendados para 20 de abril. Funcionários da plataforma X também foram intimados para prestar depoimento como testemunhas na mesma semana de abril, informou o comunicado.
Um porta-voz do X não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
LEIA MAIS:
‘Sentimento horrível. Me sinto suja’, diz brasileira vítima de foto editada de biquíni pelo Grok, IA de Musk
Foi vítima da “trend do biquini” no X? Veja o que fazer
Em uma mensagem publicada no X, o Ministério Público de Paris confirmou as diligências em andamento e informou que estava deixando a plataforma, ao mesmo tempo em que convidou seguidores a acompanharem o órgão em outras redes sociais.
“Nesta etapa, a condução da investigação baseia-se em uma abordagem construtiva, com o objetivo final de garantir que a plataforma X cumpra a legislação francesa, já que opera em território nacional”, disseram os promotores em nota.
A investigação foi aberta inicialmente após denúncias de um parlamentar francês, que alegou que algoritmos enviesados no X poderiam ter distorcido o funcionamento de um sistema automatizado de processamento de dados.
Posteriormente, o inquérito foi ampliado após novas denúncias de que o chatbot de inteligência artificial do X, Grok, teria negado o Holocausto e disseminado deepfakes sexualmente explícitos, segundo o comunicado.
