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Home»Entretenimento»Após investigação, estado americano acusa Meta de facilitar exploração infantil
Entretenimento

Após investigação, estado americano acusa Meta de facilitar exploração infantil

janeiro 30, 2026Nenhum comentário2 Visitas
Mark Zuckerberg, CEO da Meta
REUTERS/Manuel Orbegozo
O estado norte-americano do Novo México está acusando a Meta de expor crianças e adolescentes à exploração sexual no Facebook, Instagram e WhatsApp e obter lucro com esse tipo de conteúdo.
O processo foi movido pelo procurador-geral do estado, Raúl Torrez, e será julgado no Tribunal Distrital de Santa Fé a partir da próxima semana que vem. A previsão é que o julgamento dure cerca de dois meses.
A ação é resultado de uma operação realizada pela Procuradoria-Geral em 2023, na qual investigadores se passaram por menores de idade no Facebook para reunir provas de exploração sexual infantil (veja mais abaixo).
No processo, o procurador-geral afirma que a Meta permitiu que predadores tivessem acesso irrestrito a usuários menores de idade e se conectassem com as vítimas, o que teria resultado em abusos no mundo real e tráfico de pessoas.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Procurada, a Meta nega as acusações e afirma que possui mecanismos de proteção para usuários mais jovens em suas plataformas.
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Operação secreta
O caso teve origem em uma operação secreta chamada “Operation MetaPhile”, conduzida pelo procurador-geral Raúl Torrez e sua equipe em 2023.
Durante a operação, investigadores criaram contas no Facebook e no Instagram fingindo ser usuários com menos de 14 anos.
Essas contas receberam material sexualmente explícito e foram abordadas por adultos em busca de conteúdo semelhante. Segundo a Procuradoria-Geral, três pessoas foram acusadas criminalmente após a operação.
O Novo México também acusa a Meta de projetar suas plataformas para aumentar o engajamento, mesmo diante de evidências de prejuízos à saúde mental de crianças e adolescentes.
Segundo o processo, recursos como rolagem infinita e vídeos com reprodução automática mantêm crianças por mais tempo nas plataformas e estimulam comportamentos viciantes, associados a depressão, ansiedade e automutilação.
Ainda segundo a denúncia, documentos internos da empresa reconheciam problemas relacionados à exploração sexual e à saúde mental. Mesmo assim, a Meta não teria adotado ferramentas básicas de segurança, como verificação de idade, e teria distorcido informações sobre a segurança das plataformas.
O estado do Novo México pede indenização financeira e uma ordem judicial que obrigue a Meta a adotar mudanças para aumentar a segurança de crianças e adolescentes nas plataformas.
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Meta diz que argumentos são ‘sensacionalistas’
Antes do julgamento, um porta-voz da Meta classificou os argumentos do Novo México como “sensacionalistas, irrelevantes e distrativos” e afirmou que elas se baseiam em documentos escolhidos de forma tendenciosa.
“Há mais de uma década, ouvimos os pais, trabalhamos com especialistas e autoridades policiais, e conduzimos pesquisas aprofundadas para entender as questões que mais importam”, disse o porta-voz.
“Estamos orgulhosos do progresso que fizemos e estamos sempre trabalhando para fazer melhor”, acrescentou
A Meta afirma que está protegida de responsabilidade neste caso pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que trata da liberdade de expressão, e pela Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações.
Essa lei, em geral, impede que sites sejam processados por conteúdo publicado por usuários.
Segundo a empresa, as acusações sobre danos, feitas pelo estado, não podem ser separadas do conteúdo publicado nas plataformas, já que os algoritmos e os recursos de design servem justamente para exibir esse material.
Antes do julgamento, um porta-voz do Departamento de Justiça do Novo México disse que o órgão está ansioso para apresentar o caso no tribunal porque isso permitiria “apresentar ao júri documentos e testemunhos coletados ao longo de mais de dois anos de litígio”.
Segurança de crianças e adolescentes
Nos últimos anos, a Meta tem enfrentado críticas sobre a segurança de crianças e adolescentes em suas plataformas.
Parte delas ganhou força apósos depoimentos de denunciantes ao Congresso dos EUA em 2021, que afirmaram que a empresa sabia que seus produtos poderiam ser prejudiciais, mas se recusou a agir.
No ano passado, a Reuters revelou que um documento interno da Meta permitia que chatbots da empresa “engajassem uma criança em conversas românticas ou sensuais”.
A Meta confirmou a autenticidade do documento, mas afirmou que removeu a linguagem que permitia flerte e dramatização romântica com menores, depois de ser questionada pela Reuters.
A reportagem levou parlamentares norte-americanos a pedir dados sobre o impacto das plataformas nas crianças e sobre a eficácia dos controles parentais. A expectativa é que evidências relacionadas aos chatbots de inteligência artificial da empresa sejam apresentadas durante o julgamento.
Batalhas judiciais
A Meta também enfrenta milhares de processos que acusam a empresa e outras redes sociais de projetarem produtos intencionalmente viciantes para jovens, o que teria contribuído para uma crise nacional de saúde mental.
Algumas dessas ações, movidas em tribunais estaduais e federais, pedem indenizações de dezenas de bilhões de dólares, segundo documentos da própria Meta enviados a reguladores financeiros.
A Meta nega as acusações e afirma que a Seção 230 a protege de responsabilidade nesses casos. Segundo a empresa, diversas medidas já foram adotadas para reduzir o engajamento de jovens e aumentar a segurança.
O primeiro julgamento desse conjunto de processos começou nesta semana, em Los Angeles. Alphabet, controladora do Google, e a Meta são as únicas rés restantes, após TikTok e Snapchat fecharem acordos com os autores da ação.
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