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Home»Entretenimento»Morte do cão Orelha acende alerta para redes que lucram com a tortura animais na internet
Entretenimento

Morte do cão Orelha acende alerta para redes que lucram com a tortura animais na internet

janeiro 29, 2026Nenhum comentário1 Visitas
Orelha, cão de rua comunitário, é torturado por adolescentes e não resiste aos ferimentos
A trágica morte de um cachorro comunitário apelidado de Orelha, gravemente ferido num bairro nobre de Florianópolis (SC), não é caso isolado no Brasil nem no mundo. Os suspeitos são quatro adolescentes, atualmente sob investigação policial, após o caso comover a comunidade que o adotou e o restante do país.
Os mesmos jovens são apontados como possíveis agressores de outro cão, o Caramelo, que perambulava pela Praia Brava junto com Orelha. Ele escapou de uma tentativa de afogamento.
Enquanto as condições em que estes casos ocorreram ainda não foram esclarecidas, especialistas alertam para a existência de redes virtuais globais que incitam a tortura de animais, inclusive no Brasil.
Elas são parte de um submundo maior, em que a adoção de comportamentos radicais vira símbolo de status não só entre adultos, mas também entre crianças e adolescentes.
Sobre o cão Orelha, a primeira-dama, Janja da Silva, disse: “É um alerta doloroso sobre uma geração exposta, desde cedo, a discursos e conteúdos digitais que banalizam a violência e transformam a dor em entretenimento.”
Por ora não há indícios de que os supostos autores das agressões contra Orelha e Caramelo tivessem conexão a estas redes.
Adolescentes investigados por causar morte de cão Orelha em SC voltam ao Brasil após viagem aos EUA
FOTOS: Orelha viveu 10 anos em praia turística de SC com outros cães comunitários
Zoosadismo é fenômeno global
Orelha
Reprodução
Para especialistas, entretanto, o caso de Santa Catarina reforça a necessidade de famílias e instituições educarem a juventude sobre os direitos dos animais, protegendo-as da cooptação por ambientes virtuais maliciosos.
Uma das práticas incitadas por estas comunidades virtuais é o zoosadismo, que se dá quando uma ou mais pessoas ferem ou torturam um animal por prazer, sexual ou de outra natureza. Isso pode significar, por exemplo, maltratar um bicho pelo divertimento próprio ou de terceiros, se a agressão for filmada e compartilhada na internet.
“A violência contra animais é só uma parte de um contexto mais amplo, de um conjunto de comportamentos que funcionam como marcadores de processos de radicalização e de perda da noção das consequências no mundo real,” explica o procurador de Justiça Fábio Costa Pereira, nas redes sociais do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (MPRS).
O MPRS mantém um projeto de prevenção da radicalização e violência extrema entre menores de idade.
Negócio lucrativo
Ao redor do mundo, veio à luz nos últimos anos não só que o zoosadismo prolifera em fóruns próprios, como também que há quem lucre com eles. Em 2023, uma investigação da BBC revelou uma rede global de práticas sádicas contra macacos, que se estendia da Indonésia aos Estados Unidos.
De acordo com a reportagem britânica, centenas de clientes nos EUA, Reino Unido e outros países pagavam indonésios para filmar enquanto torturavam e matavam filhotes de macaco-de-cauda-longa.
Já no ano passado, a CNN mostrou que estes grupos vinham expandindo seu alcance não só ao redor do mundo, como também migrando para plataformas mais conhecidas, tais como Telegram, X e YouTube.
Em particular, o canal americano expôs uma comunidade dedicada a mutilar, torturar e matar gatos para ganhar dinheiro, adotando técnicas de extrema violência.
Três meses depois, no Reino Unido, dois adolescentes foram presos por torturar e matar dois filhotes de gato, que foram encontrados mutilados numa área verde de Londres.
Críticas às plataformas
Organizações de defesa de animais vêm chamando atenção à disseminação destas redes na internet, pedindo às plataformas que aumentem o controle sobre este tipo de conteúdo.
As publicações chegam a reunir várias dezenas de milhares de visualizações, com usuários sugerindo ou encomendando ainda mais crueldade. A notoriedade dentro do nicho se torna uma recompensa para abusadores e exporta o modelo dos vídeos para outros países.
Uma coalizão internacional de 45 organizações dedicada ao tema afirma ter recebido denúncias de mais de 80 mil links por suspeita de abuso animal em 2024.
A análise de uma amostra de 2 mil links mostrou que os conteúdos retratavam mil indivíduos de 53 espécies, sendo mais comuns os macacos, gatos e cachorros. Pelo menos 108 animais eram de espécies ameaçadas, como orangotangos, gorilas e chimpanzés.
Segundo a coalizão, apenas 36% da amostra havia sido removida pelas plataformas. O Facebook e o Instagram, ambos da Meta, hospedavam quase nove a cada dez conteúdos denunciados.
Em 2023, na esteira da denúncia da BBC sobre a tortura de macacos na internet, o Reino Unido determinou que as plataformas removam este tipo de conteúdo, sob risco de multas de até 18 milhões de libras esterlinas (R$130 milhões) ou 10% da sua receita anual global.
Crime passível de prisão no Brasil
O Conselho Federal de Medicina Veterinária define “maus-tratos” contra animais como qualquer ato que provoque dor ou sofrimento desnecessários, incluindo por negligência ou imprudência. Já “crueldade” ou “abuso” preveem intenção do agressor.
Maltratar animais é crime no Brasil, podendo ser punido com penas que variam de três meses a um ano de detenção. No caso de cães e gatos, a pena é maior desde 2020, com reclusão de dois a cinco anos.
Mas ativistas se queixam de que as punições por maus-tratos contra animais silvestres são frequentemente revertidas em medidas alternativas. Uma campanha do ano passado, que contou com a ativista Luisa Mell e o cantor Ney Matogrosso, pediu que estes crimes sejam equiparados aos contra cães e gatos.
Um levantamento de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNS) realizado pelo jornal O Globo mostrou que desde 2021, na esteira da introdução da punição para violência contra cães e gatos, houve salto de 1.400% nos processos por maus-tratos de animais no Brasil.
A terça-feira (27/01) foi o dia de infortúnio de outro cachorro comunitário, o Abacate. Morador de Toledo, no Paraná, ele foi baleado intencionalmente e teve o intestino perfurado. O animal morreu na mesa de cirurgia veterinária, e a polícia investiga o caso.
Com informações de Agência Brasil.
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