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Home»Entretenimento»‘Minha filha foi vítima de um grupo satânico online – e eu me senti impotente para ajudar’
Entretenimento

‘Minha filha foi vítima de um grupo satânico online – e eu me senti impotente para ajudar’

outubro 24, 2025Nenhum comentário3 Visitas
Adolescente com celular
BBC/Getty Images
Aviso: o artigo contém informações que podem ser consideradas perturbadoras
Quando uma menina de 14 anos começou a conversar com outros adolescentes pela internet, sua mãe não se preocupou muito.
Mas, em poucas semanas, Christina (nome fictício) percebeu que o comportamento da filha havia saído do controle.
A adolescente havia caído nas redes do grupo satanista de extrema direita chamado 764, formado principalmente por adolescentes e jovens que buscam fazer mal às meninas.
Pelo menos quatro adolescentes britânicos foram presos em conexão com as atividades do grupo internacional, entre eles Cameron Finnigan, membro do 764, de Horsham, em West Sussex, condenado a seis anos de prisão em janeiro.
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Veja os vídeos que estão em alta no g1
Christina acredita que a filha foi alvo do grupo 764 depois de visitar uma sala de bate-papo onde as pessoas discutiam automutilação.
O grupo convence as vítimas a praticar atos sexuais, se automutilar e até mesmo tentar o suicídio durante chamadas de vídeo ao vivo, enquanto seus membros assistem.
Segundo Christina, um integrante do 764 ganhou a confiança de sua filha antes de manipulá-la e coagí-la.
Ela relatou: “Vi minha mãe ser diagnosticada com câncer de mama em estágio quatro e lutar pela vida, e não foi tão difícil quanto ver minha filha se deteriorar”.
“Ela se deteriorou mais rápido e pior do que assistir alguém essencialmente morrendo de câncer.”
Christina disse que tirar a filha do controle do grupo 764 foi um grande desafio.
“Eu ficava dizendo: ‘apenas bloqueie-os, pare de falar com eles’, mas eu não estava vendo o nível de influência que já existia, nem o nível de medo”, contou.
“Eles a esmagaram completamente para fazê-la sentir que não era absolutamente nada sem eles ou com eles.”
Christina e a filha estão reconstruindo a vida aos poucos, e ela diz querer que outros pais entendam o perigo que esses grupos representam.
“Minha filha parou de dormir. Parou de comer”, afirmou. “Como mãe, eu me sentia sozinha. Eu estava assustada, estava desamparada, sem esperança.”
A Agência Nacional do Crime (NCA, na sigla em inglês) considera grupos como o 764 uma das “ameaças online mais graves e sérias” com as quais lida atualmente.
Rob Richardson, vice-chefe da divisão de combate ao abuso sexual infantil online da NCA, afirma que os membros desses grupos estão cada vez mais jovens e que seus crimes são pouco denunciados.
“Conseguir falar com as vítimas costuma ser bastante desafiador do ponto de vista da aplicação da lei”, disse Richardson.
“Muitas vezes, elas não se reconhecem como vítimas, o que torna tudo ainda mais difícil. As meninas jovens são extremamente vulneráveis.”
O conselho aos pais é que demonstrem interesse no que elas estão fazendo na internet, usem controles parentais e, se possível, tentem ter conversas sem julgamentos.”
A Fundação Molly Rose, criada em memória de Molly Russell, de 14 anos, que cometeu suicídio após ser exposta a conteúdo nocivo na internet, afirma estar alarmada com o “crescimento explosivo” de grupos como o 764.
Andy Burrows, CEO da fundação, disse: “Sabemos que eles estão operando abertamente em grandes plataformas que a maioria das crianças deste país usa todos os dias. Esses grupos estão na linha de frente da ameaça de suicídio e automutilação que nossos adolescentes enfrentam.”
A rede 764 foi fundada em 2020 por um adolescente americano, Bradley Cadenhead, então com 15 anos. Acredita-se que o nome tenha sido inspirado em parte do código postal de sua cidade natal, no Texas.
Segundo a polícia, o grupo integra uma rede internacional de grupos de extrema direita que adotam o que os policiais chamam de “ideologia aceleracionista militante”.
Veja mais:
Após vídeo de Felca, juíza alerta sobre perigo de redes sociais para crianças: ‘Internet é lugar público e perigoso’
Por que redes sociais têm tantos casos de exposição de crianças mesmo com sistemas de detecção
Em conversas online, Finnigan — que entrou para o grupo 764 depois de a filha de Christina ter sido alvo — se gabava com outros membros de suas tentativas de induzir crianças a se machucarem.
Após sua prisão, Finnigan, então com 18 anos, foi questionado pela polícia sobre o que sabia a respeito do grupo 764.
Finnigan disse: “Eles extorquem pessoas com problemas raciais, de saúde mental ou que sejam mentalmente vulneráveis para que qualquer um possa realmente se aproveitar”.
Finnigan se declarou culpado por incentivar o suicídio e por possuir um manual de terrorismo e imagens indecentes de uma criança.
Na sentença, o juiz afirmou que Finnigan representava “alto risco de causar sérios danos ao público”.
A polícia antiterrorismo alerta que o grupo representa uma “ameaça imensa”.
Desde 2009, a unidade de Combate ao Terrorismo do Sudeste do Reino Unido é responsável por coordenar a resposta regional contra o terrorismo e oferecer apoio especializado às forças policiais de Hampshire, Kent, Surrey, Sussex e do Thames Valley.
A detetive superintendente Claire Finlay, chefe da unidade, disse: “O caso de Cameron Finnigan realmente expôs o controle que esses grupos online exercem. Parte do nosso trabalho é justamente fazer com que pais, responsáveis e tutores estejam mais cientes do perigo e do que os jovens estão sendo levados a fazer.”
No ano passado, o FBI (a polícia federal americana) emitiu um alerta sem precedentes sobre o grupo 764, afirmando que ele “usa ameaças, chantagem e manipulação para controlar as vítimas e levá-las a gravar ou transmitir ao vivo automutilações, atos sexuais explícitos e/ou suicídios”.
O grupo costuma buscar meninas vulneráveis nas redes sociais, sobretudo em comunidades sobre automutilação ou saúde mental. Integrantes se comunicam com elas por aplicativos de mensagens como Discord e Telegram, e frequentemente enviam material de abuso infantil com conteúdo sexual explícito.
O órgão revelou ter aberto investigações contra 250 pessoas ligadas ao 764 e a outras redes online.
Prisões relacionadas ao grupo já foram feitas por crimes de abuso infantil, sequestro e homicídio em pelo menos oito países, incluindo o Reino Unido.
Em entrevista ao podcast Assume Nothing: Creation of a Teenage Satanist, nova série da BBC que investiga o grupo 764, o principal responsável pela investigação do caso de Cameron Finnigan afirmou temer que mais jovens sejam influenciados a cometer crimes violentos.
Ele disse: “Cada vez mais pessoas que, inicialmente, se envolveram com o [764] por acharem divertido explorar pessoas vulneráveis ou fazer trotes com falsas ameaças de bomba acabam sendo radicalizadas dentro do próprio grupo”.
Veja mais:
Regras para redes sociais: o que está em jogo na lei contra adultização e nas propostas de regulação das big techs
Recomendações de como agir em casos do tipo?
O governo federal brasileiro publicou uma cartilha em 2020 com orientações sobre a proteção de crianças e adolescentes na internet. “A melhor prevenção é a informação, pois ao conhecerem os reais riscos e ameaças, as crianças e os adolescentes poderão se prevenir.”
Há sete principais recomendações no material:
Seja exemplo
Controle o acesso das crianças à internet
Conscientize os pequenos sobre os perigos da internetComo os pais podem ajudar na experiência e segurança digital dos filhos
Mantenha um diálogo aberto com as crianças
Estabeleça um tempo diário de acesso à internet
Instale firewalls e antivírus
Instale um programa de controle parental
Onde buscar ajuda em casos de assédio, abuso ou risco de suicídio
Se você ou alguém que conhece foi vítima de assédio ou abuso, na internet ou fora dela, há serviços públicos que oferecem orientação e acolhimento:
O Fala.BR, plataforma da Controladoria-Geral da União (CGU), permite registrar denúncias de assédio, abuso e outras irregularidades.
A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, do Ministério das Mulheres, fornece informações sobre direitos e indica serviços de apoio e proteção mais próximos.
Em situações de emergência, é possível acionar o 190, contatar as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam) ou denunciar violações de direitos humanos pelo Disque 100.
Se houver sinais de risco de suicídio ou se você perdeu alguém por suicídio, também existem canais de ajuda:
O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento gratuito e sigiloso, 24 horas por dia, pelo telefone 188, chat, e-mail ou postos de atendimento.
Para jovens de 13 a 24 anos, o Pode Falar, da Unicef, oferece atendimento por chat.
Em emergências, especialistas recomendam acionar o 193 (Bombeiros), o 190 (Polícia Militar) ou o 192 (Samu).
Na rede pública, há atendimento gratuito nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA).
Também é possível consultar o Mapa da Saúde Mental, que reúne locais de atendimento gratuito em todo o país.
Quem perdeu alguém por suicídio pode procurar a Associação Brasileira dos Sobreviventes Enlutados por Suicídio (Abrases), que oferece grupos de apoio e assistência especializada.
Veja mais:
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